• Coleção Antigos Clãs de Alcobaça

    COLEÇÃO ANTIGOS CLÃS DE ALCOBAÇA

    Registro pioneiro da história de famílias que ajudaram a construir o Extremo Sul da Bahia, em 4 volumes: Medeiros, Almeida, Muniz e Trancoso. Lançamento em fevereiro de 2012!

  • Livro sobre a história de Alcobaça

    A HISTÓRIA DE ALCOBAÇA EM LIVRO PIONEIRO

    Em dezembro de 2010, Alcobaça ganhou um livro que registra pela primeira vez de forma sistemática os fatos e personagens mais importantes de sua história antiga. Clique na imagem para saber mais...

Major Izidro Pedro do Nascimento

Fabio Data: 31.5.11


Major Izidro Pedro do Nascimento. Clique na imagem para ampliar.

Certamente você já o viu. Mas possivelmente nem sabe quem ele é - ou melhor, que ele foi. O busto dele está em uma praça do centro histórico de Alcobaça. É uma homenagem a alguém que foi uma grande figura da política alcobacense da primeira metade do século XX. Trata-se do major Izidro Pedro do Nascimento. Ele foi o primeiro dono do sobrado que hoje é conhecido como "casa paroquial", na rua Pedro Muniz. Para saber mais sobre o major Izidro Pedro do Nascimento, use as caixas de pesquisa do blog.


Major Izidro Pedro do Nascimento. Clique na imagem para ampliar.

Livro "História de Alcobaça" com desconto especial só até domingo 29/5!

Fabio Data: 27.5.11

Boa notícia para quem gosta de descontos e ainda não comprou um exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958): de hoje (27 de maio) até domingo (29 de maio) o livro está com desconto de 12,5%! O desconto especial é do Clube de Autores, o único site que está vendendo o livro no Brasil. Até domingo o livro custa apenas R$ 41,97, e na segunda-feira o preço volta ao normal (R$ 48).

Aproveite esste desconto imperdível! Para comprar o livro, clique aqui ou clique no link abaixo:
http://clubedeautores.com.br/book/31493--Historia_de_AlcobacaBahia_17721958

A rua mais bonita de Alcobaça

Fabio Data: 22.5.11


Rua Pedro Muniz, a rua mais bonita de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Sem dúvida, a rua Pedro Muniz, no centro histórico de Alcobaça, é a mais bonita. Ela reúne uma quantidade considerável de casarões, sobrados e casas que restaram da época dos coronéis, 100 anos atrás. É nessa rua que estão o sobrado do major Izidro Nascimeto, o casarão do coronel Ismael Medeiros, a casa de Heitor Muniz, o casarão dos Barros e outros. Vale lembrar também que antigamente, na frente do sobrado do major Izidro, ficava uma praça, a Praça do Concelho, que era a mesma coisa que "praça da prefeitura", centro da movimentação da cidade. É possível, também, que no final dessa rua tenha sido erigida primordialmente a Igreja Matriz de São Bernardo, mas isso não pôde ser comprovado. Como os casarões antigos são todos de particulares, esses proprietários merecem os parabéns por terem protegido as fachadas dos prédios no decorrer do tempo, mostrando aos turistas e alcobacenses um pouco de como era Alcobaça 100 anos atrás... (Clique na imagem para ampliar.)

Artigo número 1.000: a estranha nuvem amarela que cobriu Alcobaça

Fabio Data: 12.5.11

Este é o artigo número 1.000 do Diário de Alcobaça-Bahia. Desde agosto de 2007, o blog tem publicado muitas fotos, vídeos e informações privilegiadas sobre Alcobaça e região.

Nada mais justo que o artigo número 1.000 seja sobre um fato inusitado que aconteceu em Alcobaça no último dia 30 de abril à tardinha. O pôr-do-sol estava em pleno andamento, quando de repente uma grande nuvem começou a aparecer no horizonte. Em vez de ser uma nuvem cinzenta de chuva, a nuvem acabou adquirindo uma tonalidade amarelada, típica do pôr-do-sol de Alcobaça nesta época do ano. Só que o tamanho da nuvem era fenomenalmente grande e a nuvem começou a cobrir a cidade, fazendo as ruas e casarões antigos do centro de Alcobaça refletirem uma cor amarela. Parecia cenário de ficção científica, de fim do mundo. Logo depois, claro, veio o maior "toró" que encharcou a cidade naqueles molhados dias de abril-chuvas-mil.

Por sorte, Alcobaça estava recebendo uma visita de uma fotógrafa atenta que registrou o momento em imagens fantásticas. A visitante era Sonia Lima Medeiros, que é de São Paulo, mas tem raízes familiares em Alcobaça (ela é membro do clã Medeiros). Soninha, como ela é conhecida pelos familiares e amigos, foi rápida no gatilho e fotografou a nuvem amarela no momento em que esta alcançava a praia em direção à cidade. Veja a sequência de fotos:


A estranha nuvem amarela que cobriu Alcobaça. Foto: Sonia Lima Medeiros. Clique na imagem para ampliar.


A estranha nuvem amarela que cobriu Alcobaça. Foto: Sonia Lima Medeiros. Clique na imagem para ampliar.


A estranha nuvem amarela que cobriu Alcobaça. Foto: Sonia Lima Medeiros. Clique na imagem para ampliar.


A estranha nuvem amarela que cobriu Alcobaça. Foto: Sonia Lima Medeiros. Clique na imagem para ampliar.

Educação em Alcobaça: turismo se "fortalece", mas história sai perdendo

Fabio Data: 10.5.11

Recentemente foi publicada em um veículo de comunicação da região extremo sul da Bahia uma matéria sobre a relevância e fortalecimento do turismo como disciplina escolar em Alcobaça (clique aqui para ler), cidade eminentemente turística. A matéria dá espaço para professores incensarem o turismo e sua importância para Alcobaça. Mas o que a matéria não revela é que em Alcobaça, diferente de outras cidades turísticas antigas, a base do turismo - isto é, a história local - é solenemente ignorada pelos próprios professores, que deveriam estar incentivando-a.

Por que a base do turismo é a história? Porque praia e belas paisagens naturais tem em qualquer lugar, mas a história de uma cidade é só dela, e o turismo nada mais é do que marketing para atrair consumidores (consumidores de lazer), que querem comprar algo que lhes pareça interessante e único (se o turista não quisesse algo de interessante, ele faria turismo em casa mesmo!). Pense bem: quando um turista de alto poder aquisitivo resolve passar uma temporada à beira-mar, o que o faz ir se decidir entre uma cidade e outra, já que todas as cidades litorâneas têm praia - por exemplo, entre Alcobaça, Mucuri, Nova Viçosa ou Prado? Uma cidade que queira se tornar bem-sucedida como destino turístico tem de investir não somente no marketing das belezas naturais, mas também no marketing daquilo que a torna única no mundo: sua própria história.

Na região extremo sul da Bahia, Alcobaça é a única cidade que tem, além de uma longa faixa de praia urbana (e outros tantos de praias semiurbanas), também um conjunto arquitetônico harmonioso formado por prédios antigos bem conservados e que definem a paisagem inconfundível do centro da cidade. Quem caminha pelas ruas do centro histórico de Alcobaça, caminha pela própria história. Os casarões são herança da época do "coronelismo", quando a elite rural mandava na política alcobacense e tinha dinheiro suficiente para investir em imóveis urbanos de alta representatividade. O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia esteve em Alcobaça no final dos anos 1970 e recomendou vários desses imóveis para tombamento - fato que comprova a importância desses casarões não somente pela beleza, como também do ponto de vista da história da arquitetura na Bahia. Isso deveria estar sendo enfatizado no turismo local. Não basta dizer que o casarão tal é um "belo casarão colonial" e acaba por aí. É preciso informar quem construiu esses casarões e quando e como eles se modificaram no decorrer do tempo. E esse conhecimento já existe (se você não sabe onde ele está, clique aqui para saber).


Rua Pedro Muniz, em Alcobaça, que reúne um conjunto harmonioso de casas, casarões e sobrados antigos. Clique na imagem para ampliar.

Agora, surge a pergunta: será que os professores de Alcobaça, mesmo sabendo da existência e acessibilidade desse conhecimento (informação que receberam tanto por meios eletrônicos, nas redes sociais, como pessoalmente), se interessam em adquiri-lo para repassar aos alunos e, com isso, fomentar o desenvolvimento do turismo na cidade?

A resposta é um grande e sonoro NÃO.

Os professores de Alcobaça, de um modo geral, não estão interessados na história de Alcobaça. Podem até passar tarefas de pesquisa histórica aos alunos, mas se contentam em receber de volta cópias da manjada "Carta Régia", o tal documento que, segundo falsamente se acredita, teria fundado Alcobaça.

Essa falta de interesse tem um pouco a ver com falta de autoestima: quem não está nem aí para a história da própria cidade, não está nem aí para si mesmo e não se vê como sujeito, mas sim como expectador da história dos outros. E se o professorado está assim, imagine só o que se passa com o alunado, que recebe orientação desses mesmos professores desinteressados... Pensando no longo prazo, imagine a repercussão dessa falta de interesse daqui a 20, 30 anos, quando os jovens de hoje serão adultos e, quem sabe, estiverem em posições de destaque e poder na sociedade local? O que faz uma pessoa de destaque e poder que não aprendeu a valorizar a herança das gerações anteriores e a história local? Ela destrói. Ela manda derrubar casarões "velhos". Manda pintar prédios antigos com cores berrantes. Manda ocupar prédios históricos para usá-los como simples depósitos. Ela deixa que os vândalos destruam monumentos históricos importantes do ponto de vista arquitetônico.

Professores de Alcobaça, acordem! Preocupem-se menos com a ciência do turismo e mais com o turismo na prática! Ensinem aos jovens a verdade: a base do turismo é a história! Ensinem que seria burrice uma cidade turística antiga não explorar as informações e potencialidades deixadas pelas gerações anteriores, isto é, não explorar aquilo que a cidade tem se único e exclusivo! Enfim, ensinem história!

Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça

Fabio Data: 9.5.11


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Quem quiser ver um verdadeiro espetáculo de cores e nuanças em Alcobaça tem de acordar cedo e ir para a praia, de preferência alguma praia que tenha abundância de coqueiros. A partir das 5 e meia o sol começa a se exibir generosamente em diversos tons de laranja, amarelo, rosa e vermelho, contrastando com os tons azulados do céu e do mar e acinzentados das nuvens. A sequência de fotos abaixo foi feita ontem de manhã e mostra um pouco de como é o nascer do sol na praia de Alcobaça. Boa contemplação:


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.


Sequência do nascer do sol na praia de Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Restos da antiga ponte sobre o rio Itanhém - quase 30 anos depois

Fabio Data: 8.5.11


Restos da antiga ponte sobre o rio Itanhém. Clique na imagem para ampliar.

A ponte sobre o rio Itanhém, que ligava Alcobaça a Caravelas, não existe desde o verão de 1982 - quase 30 anos -, mas ainda há restos dela em Alcobaça. Quem andar pela praça Pedro Antonio Nascimento, no centro da cidade, vai encontrar pelo menos um pedaço da madeira usada na antiga ponte. Ele foi colocado ao lado de um ponto tradicional do centro, o bar Café Caravelense (o nome do bar deriva de uma antiga linha de ônibus que concluía seu trajeto naquela mesma praça há uns 40 anos; o ônibus não existe mais, mas o nome do bar foi mantido até hoje).


Restos da antiga ponte sobre o rio Itanhém. Clique na imagem para ampliar.

Outro resquício da antiga ponte está com Valter Barros, da Padaria Globo, que fica na mesma praça. Trata-se da placa comemorativa da inauguração da ponte, ocorrida no dia 15 de março de 1970. A placa com os dizeres "Ponte sobre o rio Itanhém, construída e inaugurada na gestão do prefeito Amazias Barreto de Morais - Alcobaça 15-3-1970" aparece na primeira foto deste artigo e em detalhe abaixo.


Restos da antiga ponte sobre o rio Itanhém. Clique na imagem para ampliar.

As praias de Alcobaça vistas de um modo diferente

Fabio Data: 7.5.11


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.

As praias de Alcobaça podem parecer uma praia só aos olhos de quem não presta atenção. Mas se você reparar bem, cada uma delas tem seu "estilo": é a luz do sol que bate diferente, a presença ou ausência de coqueiros, a presença ou ausência de barraquinhas de praia, os personagens que frequentam cada uma, até a cor da água do mar...

Tentando captar um pouco a diversidade das praias de Alcobaça, fiz as imagens que ilustram este artigo. São imagens em HDR (high dynamic range), uma técnica fotográfica na qual se usam três fotos com configurações diferentes, juntando-as para criar uma imagem híbrida, que aproveita as cores, a luz e os contrastes de cada uma, realçando aspectos que poderiam ficar de fora em fotos normais. Veja as fotos e aproveite esta visão diferente das praias de Alcobaça.


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.


Praias de Alcobaça em imagem HDR. Clique na imagem para ampliar.

Os sinos eletrônicos da Igreja Matriz: benefício ou desperdício?

Fabio Data: 5.5.11


Sino eletrônico na torre da Igreja Matriz de São Bernardo, em Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Em uma cidadezinha do interior, o sino da igreja local marca diversos acontecimentos. É através dele que se fica sabendo da hora da missa, enterros e casamentos, por exemplo. Mas em Alcobaça existe, além do sino normal, também sinos eletrônicos, que emitem um som especial de meia em meia hora, de uma em uma hora e também às 6 horas da tarde.


Sino eletrônico na torre da Igreja Matriz de São Bernardo, em Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Os sinos foram colocados em agosto de 2009 na torre direita da igreja, financiados pelo dízimo pago pelos fiéis. Teriam custado, segundo informações de alguns fiéis, 7 mil reais. Mas será que esse dinheiro foi bem empregado?


Sino eletrônico na torre da Igreja Matriz de São Bernardo, em Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Um sino que toca de meia em meia hora é até bom para informar o horário às pessoas que costumam "perder a hora". Mas além disso, o que ele faz? Poluição sonora - é isso que ele faz. Como se não bastassem os carros de som de propaganda em nível altíssimo que andam pelas ruas de Alcobaça principalmente no final de semana e dos bares que tocam música também alta, quem mora na cidade agora é obrigado a aturar também o barulho dos sinos eletrônicos, que, aliás, tocam das 6 da manhã até as 10 da noite. Se o som dos sinos fosse algo bonito de ouvir, ainda daria para perdoar a poluição sonora, mas infelizmente esse não é o caso. É uma musiquinha que simplesmente tira o sossego do espírito de qualquer um e não tem absolutamente nada a ver com a Alcobaça pacata, tranquila e interiorana que muita gente adora.

Sem contar que os sinos bloqueiam completamente a vista que se tinha da torre direita da igreja. Antes, havia somente o sino normal atrapalhando um pouco a visão, mas agora os sinos eletrônicos atrapalham ainda mais quem quer tirar fotos panorâmicas de Alcobaça de cima da Igreja Matriz.


Sino eletrônico na torre da Igreja Matriz de São Bernardo, em Alcobaça. Clique na imagem para ampliar.

Chove na feira de Alcobaça

Fabio Data: 4.5.11


Feira livre de Alcobaça debaixo da chuva. Clique na imagem para ampliar.

Faça chuva ou faça sol, você sempre pode contar com a feira de Alcobaça, que é montada todos os sábados na rua Vila Penna. No sábado passado caiu um "toró" bem cedo, mas isso não impediu os vendedores de fazerem bons negócios, nem os consumidores de levar os melhores legumes, frutas e outros produtos da terra. A imagem acima é prova disso.

Fotos das instalações do Hospital São Bernardo, em Alcobaça

Fabio Data: 3.5.11


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.

O Hospital São Bernardo foi inaugurado em 01/06/1992, tendo como entidade mantenedora a Caritas Diocesana de Caravelas, instituição filantrópica pertencente à Igreja Católica.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.

Sobrevive com 99% dos recursos financeiros oriundos do SUS (Sistema Único de Saúde). Tem 50 leitos ativos, mas tem capacidade para 120 leitos. A cota de internação liberada pelo SUS é de 113 internações/mês. A média diária de consultas é de 50 atendimentos.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.

Tem pronto-socorro, maternidade e cirurgia geral, tudo funcionando 24h por dia desde 01/06/1992.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.

Apesar das instalações modestas, consegue suprir as necessidades da população nos casos de urgência e emergência.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.

A equipe de saúde é composta por 7 médicos, 1 anestesista, 22 técnicos em enfermagem, 1 técnico em raio X e 1 enfermeira.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.


Hospital São Bernardo, em Alcobaça-Bahia. Clique na imagem para ampliar.

Contatos:
Hospital São Bernardo
Av Nova Viçosa, 1083 - Jardim Atlântico - Alcobaça - BA
Telefones: (73) 3293-2293 / 3293-2377 / 3293-2272

Primeiro de maio em Prado-Bahia

Fabio Data: 2.5.11


Prado-Bahia em imagens HDR. Foto: Fabio Said (Clique na imagem para ampliar)

Ontem (1/5) Prado, cidade vizinha a Alcobaça, estava especialmente radiante. O sol brilhava, muita gente estava animada com uma competição de motocicletas e o mar, apesar de agitado, parecia convidativo.

A barra de Prado (rio Jucuruçu) é muito parecida com a de Alcobaça - conforme já mostrei aqui anos atrás - antes de 2007: uma extensa faixa de vegetação rasteira e areia amarela separa o rio do mar, e o visitante pode optar por banho de água salgada ou de água doce. No trecho em frente a um "resort", a faixa de areia é tão estreita que a água do mar já está avançando e encontrando o rio (na maré alta), prenunciando algo que já aconteceu com Alcobaça.


Prado-Bahia em imagens HDR. Foto: Fabio Said (Clique na imagem para ampliar)

Em determinado ponto, a barra se abre e a paisagem fica ainda mais exuberante, com várias mini-enseadas e piscinas naturais formadas pela areia em constante deslocamento - exatamente como era a barra do rio Itanhém, em Alcobaça.


Barra do rio Jucuruçu, em Prado-Bahia. Foto: Fabio Said (Clique na imagem para ampliar)

De tardinha, foi possível observar de perto um fenômeno que está tomando as cidades do extremo sul da Bahia: o avanço do mar sobre as cidades. As barracas de praia quase são tragadas pelo mar quando a maré está alta. Do jeito que está, em pouco tempo a orla de Prado terá de recuar para dentro da cidade. Por sorte, a cidade propriamente dita (praças e residências) fica em nível mais elevado em relação ao mar e somente a orla com suas barracas, bares e pousadas ficam à beira-mar.


Prado-Bahia em imagens HDR. Foto: Fabio Said (Clique na imagem para ampliar)