Aquecimento: Só pra Contrariar canta "Saudade Dói"
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Leia aqui o Prefácio do livro "História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)"
Prefácio
Quem é de Alcobaça tem, geralmente, uma relação de amor e ódio com a cidade durante toda a vida. Na infância, Alcobaça fica vinculada a sabores de frutas, ao vento batendo no rosto na praia, a uma sensação indescritível de liberdade, de conhecer aquelas ruas antigas como a palma da própria mão e, claro, a muitas personagens curiosas. Mas basta chegarem os primeiros sinais da adolescência para se ter a sensação de que a cidade é uma prisão que não vai nem para a frente, nem para trás, paralisada no tempo e já desistindo de gritar para que alguém a salve da irrelevância. Alguns anos mais tarde, essa mesma paralisia da cidade deixa de ser algo ruim e se transforma em algo bom, porque, afinal, nesta vida agitada e apressada, ser uma bucólica ilha de sossego é até uma virtude para uma cidade. Mas, logo em seguida, volta aquela velha sensação: “Por que Alcobaça não se desenvolve? Por que esta cidade não aproveita mais os recursos que tem? Por que a cidade não vai para a frente? Assim não dá para viver aqui”. É amor e ódio.
Para quem é de fora de Alcobaça – os “veranistas”, por exemplo –, a relação com a cidade é muito menos complicada. Pense no sujeito que saiu da imensidão das Minas Gerais, que cresceu sem sentir na pele o que é o mar. Esse sujeito chega a Alcobaça, depara-se com aquele mar escancarado, que permeia toda a extensão urbana da cidade, e não consegue escapar. É fisgado e conquistado para sempre e só lhe resta chegar a uma conclusão: “É aqui que vou construir minha casa de praia!” E quando o sujeito consegue construir a casa de praia, a família vem junto: os irmãos, os pais, os primos, os primos dos primos. E daqui a pouco Alcobaça já virou uma grande festa de mineiros, goianos, brasilienses etc. – todos apaixonados pela cidade, tão apaixonados que a paixão é transmitida de geração a geração como se fosse uma característica genética.
Alcobaça, em suma, é isso: equilibrada entre o amor-ódio dos alcobacenses e o encantamento absoluto dos veranistas. Mas a verdade é que nem uns nem outros conhecem as raízes de sua relação com a cidade – o porquê daquela sensação de paralisia no tempo, o porquê daquela verdadeira diáspora de mineiros no verão de Alcobaça. É que eles não conhecem as profundezas da história de Alcobaça.
A história de Alcobaça ficou relegada a um passado tão distante e tão obscuro que ninguém mais pensa nela – no máximo, se tem uma vaga sensação de que aquelas ruas estreitas, aqueles sobrados antigos, aqueles “causos” contados pelos nativos vieram de alguma época em que Alcobaça era “mais” do que é hoje, mas ninguém sabe exatamente como era essa época. Faltam informações objetivas que compensem a abundância de sensações subjetivas. Falta explicar mais claramente o percurso de 238 anos de existência de Alcobaça.
Este livro nasceu justamente para tentar suprir essa necessidade de informações objetivas sobre a história de Alcobaça. Sua maior ambição é contar, de forma pioneira e sistemática, a parte principal dos 238 anos de história dessa pequena cidade litorânea do extremo sul da Bahia. Não uma história anedótica, episódica ou romanceada, mas sim os detalhes do cotidiano buscados nos documentos históricos, as histórias de vida dos alcobacenses que viveram e morreram há duzentos anos, os históricos dos casarões antigos, as informações sobre a economia, a política e a sociedade de Alcobaça do século XVIII ao século XX. É uma visão bem mais nítida que as sensações subjetivas vivenciadas tanto por alcobacenses como por veranistas. E, sobretudo, é um registro geral da história da cidade que pode servir de base e ponto de partida para outros estudos mais pormenorizados que possam explicar muitos dos aspectos de Alcobaça que ainda permanecem obscuros.
O livro é dividido em quatro capítulos, dedicados a fases específicas da história de Alcobaça. A divisão – artificial e criada com o propósito de entender melhor as idas e vindas da história – teve por base acontecimentos marcantes para a própria Alcobaça. Não parece certo interpretar a história de Alcobaça com base em divisões pré-fabricadas do tipo “Alcobaça no Brasil Colônia”, “Alcobaça no Império”, “Alcobaça na Primeira República” etc., tomando como base a história dos outros. Assim como a vida de uma pessoa se explica melhor com base no que essa pessoa fez, a história de Alcobaça é explicada com base no que ocorreu na cidade em seus 238 anos.
O primeiro capítulo cobre os anos de 1747 a 1772 e discorre sobre os primórdios de Alcobaça, quando o local ainda não tinha identidade reconhecida oficialmente. São apresentados os moradores pioneiros, alguns aspectos históricos da região, as teorias históricas sobre a origem do nome Alcobaça, os eventos que levaram à fundação de Alcobaça como vila e o perfil do santo escolhido como padroeiro da vila.
O segundo capítulo focaliza os anos de 1773 a 1815, que são as primeiras quatro décadas após a fundação da vila de Alcobaça. Nesse capítulo sobre os anos de formação do povo alcobacense, o leitor entrará em um mundo povoado por capitães e alferes e conhecerá os patriarcas que deram origem à maior parte da população de Alcobaça.
O terceiro capítulo trata do apogeu da sociedade patriarcal em Alcobaça, quando os “antigos clãs” floresceram e passaram a dominar a vida política e econômica da cidade, mais ou menos entre 1816 e 1887. Nesse capítulo pode-se ler um relato sobre a visita do príncipe Maximiliano de Wied-Neuwied, conhecer as origens de várias famílias fundadas em Alcobaça há cerca de 150 anos, analisar o fenômeno da endogamia (casamentos entre primos) na Alcobaça do século XIX, viajar pelas fazendas antigas e casarões da elite alcobacense de outrora, informar-se sobre a história da Câmara Municipal de Alcobaça e da comarca de Alcobaça e conhecer detalhes da escravidão em Alcobaça.
O quarto e último capítulo, dedicado ao “tempo dos coronéis”, percorre a história de Alcobaça desde a abolição da escravatura, em 1888, até o fim simbólico da hegemonia dos antigos clãs, em 1958. Nesse capítulo há estudos sobre os imigrantes libaneses em Alcobaça, sobre a influência dos padres franciscanos holandeses no extremo sul baiano, sobre os desmembramentos do território de Alcobaça ao longo dos anos e sobre o fenômeno do coronelismo na política. O capítulo também oferece breves biografias de coronéis alcobacenses e de grandes figuras políticas nacionais que nasceram em Alcobaça.
Por fim, para complementar os relatos históricos, o leitor terá a oportunidade de ler transcrições de manuscritos antigos revelando aspectos da história bicentenária de Alcobaça, na seção Documentação histórica. A obra é também enriquecida com um Apêndice para fins de orientação, Referências bibliográficas para aprofundamento dos temas tratados e Índice remissivo para rápida consulta de eventos históricos e nomes de localidades e pessoas mencionadas no livro.
Faço aqui uma ressalva: embora a história em si seja imutável, o panorama histórico apresentado neste livro deve ser visto como uma interpretação do autor com base na leitura de manuscritos antigos. Afinal, a “história” é nada mais que a escrita da história, e para realizar essa escrita o ponto de partida é sempre um recorte da realidade feito por alguém. Com isso sempre em mente, tenha uma boa leitura!
Para comprar o livro, clique nos links abaixo:
Comprar o livro no Brasil (entrega em todo o Brasil)
Comprar o livro nos Estados Unidos (entrega no mundo todo, inclusive Europa e Canadá)
Todas as informações sobre o livro estão nesta página: clique aqui.
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Programação da virada do ano em Mucuri
Sexta-feira, 31/12/2010
22:00 Banda Vibração
00:10 Banda Break
02:10 Sambalada
Sábado, 1/1/2011
22:00 Banda New
00:00 Banda Fantasmão
02:00 Banda Ragha Boys
Domingo 2/1/2011
21:00 Banda Leo & Cia
23:00 Banda Metrópolis
00:10 Banda Frenesi
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Permissão para explorar petróleo ameaça o Parque Nacional Marinho de Abrolhos
Recurso da ANP sobre Abrolhos é acatado pela Justiça Federal
O Tribunal Regional Federal da Primeira Região acolheu recurso da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e suspendeu decisão da Justiça Federal de Eunápolis que havia proibido qualquer atividade petrolífera em um raio de 50 km em torno do Parque Nacional Marinho de Abrolhos e adjacências, no sul da Bahia.
Na sentença, o desembargador Olindo Menezes afirma que a decisão impugnada acarreta "grave lesão à ordem e à economia pública". Sustenta que a suspensão total das atividades "atinge o planejamento estratégico do país em relação à nossa matriz energética, o que certamente coloca em risco a própria segurança nacional."
A decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região garante a continuidade de todas as atividades de exploração e produção já licitadas e a possibilidade de a ANP promover novas licitações na área, quando o Ibama deverá analisar os necessários pedidos de licença ambiental.
A diretriz de excluir das licitações da ANP os blocos com restrições ambientais, sustentadas em manifestação conjunta do IBAMA, dos Órgãos Ambientais Estaduais e da ANP, conforme a Resolução CNPE nº 08/2003, prevalece desde a Sexta Rodada de Licitação, em 2004. Dessa forma, diversos blocos citados na decisão judicial suspensa já tinham sido liberados, do ponto de vista ambiental, pelo Ibama.
Há 16 blocos exploratórios nas Bacias do Jequitinhonha e Espírito Santo, total ou parcialmente inseridos no raio de 50 quilômetros dos bancos dos Abrolhos, Royal Charlotte e adjacências, que foram arrematados nas Rodadas de Licitação terceira, quarta, quinta, sexta, sétima e nona e estão sob a operação de cinco empresas concessionárias - Petrobras (11 blocos), Parenco (2), Queiroz Galvâo (1), Shell (1), ONGC (1).
Após a assinatura dos contratos de concessão com a ANP e antes de iniciar as atividades de exploração, as empresas vencedoras das Rodadas de Licitação devem requerer licenças aos órgãos ambientais competentes, com base nas normas estabelecidas nas Resoluções Conama nº 23/1994, nº 237/1997 e nº 350/2004 - que instituem procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental de tais atividades.
Para obter essas licenças, as concessionárias precisam elaborar estudos ambientais e, se necessário, promover audiências públicas (Resolução Conama nº 9/1987). Cabe à ANP acompanhar todas as atividades desenvolvidas pelas empresas por meio de vistorias de fiscalização, nas quais são observadas, além dos aspectos técnicos, as exigências de segurança operacional e ambiental.
ANP - Assessoria de Imprensa
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Atrações do verão 2011 em Prado e Nova Viçosa
Clique aqui para ver a programação do carnaval 2011 em Nova Viçosa
-----------------------------------
Depois do anúncio da programação do verão 2011 em Alcobaça, outros municípios vizinhos de Alcobaça também anunciaram suas próprias atrações para este verão (réveillon e janeiro).
Em Prado a programação começa com as bandas Karamba na Kara, A2 & Cia e Swing Light no show da virada no dia 31/12. Em Cumuruxatiba, a festa terá trio elétrico e bandas Fuska Balla, Axezeiro, Karamba na Kara e Os Garanhões Elétricos. Confira as atrações:

Programação do verão 2011 de Prado-Bahia.

Programação do verão 2011 de Prado-Bahia. Clique para ampliar.
Em Nova Viçosa, as atrações se concentrarão na praia do Lugar Comum e na praça da Baleia. Veja aqui a programação:
31/12: Carro de Playboy
1/1: Raghatoni
7/1: Parangolé
8/1: Menina Faceira
14/1: Tianastácia
15/1: Só pra Contrariar
21/1: Jarley e Banda
22/1: Guig Ghetto
28/1: Camila Vitorino
29/1: Henrique e Ruan

Programação do verão 2011 de Nova Viçosa-Bahia.
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Vídeos do coral na missa de Natal em Alcobaça
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Lançamento: Livro sobre a história de Alcobaça-Bahia
Acaba de ser publicado o livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Este livro pioneiro apresenta um panorama histórico das origens e desenvolvimento de Alcobaça desde o século 18 até meados do século 20, com destaque para as personagens que viveram naquela época. Fartamente ilustrado e com linguagem acessível, o livro tem um fundamento documental e foi escrito com base em uma pesquisa de mais de 10 anos realizada pelo próprio autor, o alcobacense Fabio M. Said, que além de editor deste blog é também autor de três livros sobre a história de famílias bicentenárias de Alcobaça. O livro está á venda no mundo todo, apenas pela internet, em um site do Brasil (entrega em qualquer lugar do Brasil) e outro site dos Estados Unidos (entrega no mundo inteiro).
- Se você mora NO BRASIL, clique aqui para comprar o livro (R$ 48 + frete)
- Se você mora FORA DO BRASIL, clique aqui para comprar o livro (US$ 18 + frete)
- Ficha técnica
- Onde e como comprar o livro?
- Diferenças entre a versão brasileira e a versão americana
- Fotos de exemplares impressos
- Por que o livro não fala da história recente de Alcobaça?
- Posso ler uma amostra grátis do livro?
- Links para comprar o livro pela internet
Ficha técnica
Título: "História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)"
Autor: Fabio M. Said
Editora: edição do autor
Edição: 1a. (2010), brochura, 14,8x21cm, 256 páginas
ISBN: 978-85-910098-4-8
Sinopse: Por volta de 1747, dois moradores da vila de Caravelas, no sul da capitania de Porto Seguro (extremo sul da atual Bahia), mudaram-se para terras vizinhas às margens do rio Itanhém. Em 1764, já havia no local uma pequena povoação conhecida como arraial de Itanhém, que em 12 de novembro de 1772 passou a ser a vila de São Bernardo de Alcobaça. Este livro percorre a história de Alcobaça-Bahia desde as origens até o fim da época dos coronéis, mostrando detalhes da vida da cidade em três séculos: a política e as relações sociais; dados sobre a economia e antigos engenhos; origens de famílias centenárias; a presença dos franciscanos holandeses, naturalistas alemães e imigrantes açorianos e libaneses; históricos dos sobrados antigos; grandes vultos nascidos na cidade; desmembramentos territoriais. Escrito com base em rigorosa pesquisa documental, este livro pioneiro visa a suprir a demanda de informações sobre Alcobaça, que é mais lembrada pelo turismo de veraneio e cuja história corre risco de esquecimento.
- Se você mora NO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
- Se você mora FORA DO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
Onde e como comprar o livro?
O livro pode ser adquirido somente através da internet. Trata-se de um método de publicação impressa "sob demanda", no qual os exemplares só são impressos depois de encomendados. Portanto, não há estoques, nem esquema de distribuição em livrarias físicas (somente em algumas livrarias da internet).
Para comprar o livro, você tem duas opções:
- site brasileiro com entrega em todo o Brasil - clique aqui para comprar - você pode pagar com cartão de crédito ou boleto bancário
- site dos Estados Unidos, com entrega no mundo todo, inclusive em Portugal, Espanha, França, Chile etc. - clique aqui para comprar - você pode pagar com cartão de crédito ou PayPal

ATENÇÃO: Clique aqui para ver instruções detalhadas sobre como comprar o livro pela internet ou pessoalmente.
Diferenças entre a versão brasileira e a versão americana
Há algumas diferenças entre as versões impressas pela gráfica brasileira e pela gráfica americana:
| Site brasileiro: | Site americano: |
| "Orelhas" impedindo que a capa se encurve com o uso: orelha da capa com descrição do livro, orelha da quarta capa com biografia e foto do autor | Sem "orelhas", podendo fazer com que a capa do livro se encurve com o tempo de manuseio |
| Capa: papel com laminação fosca e gramatura 300g/m² | Capa: papel com laminação brilhante e gramatura 270g/m² |
| Quarta capa: não inclui foto do autor, mas apenas um breve resumo do livro | Quarta capa: inclui foto e biografia do autor e breve resumo do livro |
| Miolo: papel branco, com gramatura de 75g/m² | Miolo: papel branco, gramatura de 90g/m² |
| Frete: para todo o Brasil, pelo sistema eSedex ou Pac (opção automática conforme o local de entrega) *) - ATENÇÃO: quem mora em São Paulo ou Salvador tem a opção de retirar o livro direto na gráfica sem pagar o frete | Frete: para todo o mundo, com 3 opções livres (a melhor opção é a com entrega garantida) |
| Preço: 48,00 reais + frete (para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte: cerca de R$ 7; Brasília: cerca de R$ 11; Salvador: cerca de R$ 12; Alcobaça/Caravelas: cerca de R$ 14) - ATENÇÃO: quem mora em São Paulo ou Salvador tem a opção de retirar o livro direto na gráfica sem pagar o frete | Preço: 18.00 dólares + frete (dos Estados Unidos para qualquer lugar do mundo, com valores dependendo de diversos fatores; para o Brasil, o frete de 1 exemplar custa a partir de 12 dólares) |
| Forma de pagamento: cartão de crédito ou boleto bancário | Forma de pagamento: cartão de crédito internacional ou PayPal |
| Clique aqui para comprar no site brasileiro | Clique aqui para comprar no site americano |
É bom ter em mente que em publicações "sob demanda" todo livro precisa de cerca de 3 dias úteis até ficar pronto para ser enviado pelos correios. O prazo de entrega é contado a partir do momento em que o livro fica pronto e não a partir do momento em que é feito o pedido. Além disso, como em toda compra on-line, o pedido só é confirmado após a confirmação do pagamento.
Fotos de exemplares impressos
Estes exemplares foram impressos pela gráfica brasileira (impressão com capa fosca, com orelhas):
E estes foram impressos pela gráfica norte-americana (impressão com capa brilhante e sem orelhas):
- Se você mora NO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
- Se você mora FORA DO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
Por que o livro não fala da história recente de Alcobaça?
A história antiga de Alcobaça - isto é, a época das origens e a época da velha economia baseada na política do coronelismo - está em vias de esquecimento, e o objetivo do livro é impedir esse esquecimento. Além disso, a parte mais recente (últimos 50 aos) ainda está acontecendo e não há o devido distanciamento crítico para escrever essa história com a devida imparcialidade. Assim, por enquanto, a prioridade maior é a história antiga de Alcobaça. Em um segundo momento, quem sabe, haverá um segundo volume sobre a história mais recente de Alcobaça.
- Se você mora NO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
- Se você mora FORA DO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
Posso ler uma amostra grátis do livro?
Se você ficou curioso e quer ver se vale mesmo a pena comprar o livro, leia amostra grátis, que inclui o sumário, o prefácio, a introdução e o índice remissivo com os assuntos tratados no livro. Clique no meio da imagem abaixo para visualizar em tamanho grande:
- Se você mora NO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
- Se você mora FORA DO BRASIL, clique aqui para comprar o livro
Links para comprar o livro pela internet
Para comprar o livro, você tem duas opções:
- comprar em um site brasileiro, com entrega em todo o Brasil - clique aqui para comprar - você pode pagar com cartão de crédito ou boleto bancário
- comprar em um site dos Estados Unidos, com entrega no mundo todo, inclusive em Portugal, Espanha, França, Chile etc. - clique aqui para comprar - você pode pagar com cartão de crédito ou PayPal
Boa leitura!
Outros livros
Além deste livro sobre a história geral de Alcobaça, foram publicados também três outros livros sobre a história de algumas famílias tradicionais que estão em Alcobaça há mais de 200 anos. Clique nos links abaixo para saber mais:Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Banda Só pra Contrariar cantará no réveillon 2010/2011 em Alcobaça!

Fotos: produção do Só pra Contrariar. Clique para ampliar
Depois de várias semas de angústia para os alcobacenses e turistas ansiosos para saber a programação do réveillon 2010/2011 de Alcobaça, finalmente está confirmado: a grande atração musical do réveillon alcobacense será a banda Só pra Contrariar.
As outras bandas que tocarão no réveillon e em janeiro são: Chicabana, Parangolé, Black Style, O Atropelo, Wagão Chicleteiro, Os Garanhões do Forró e Carro de Playboy. Também haverá trios elétricos e outras bandas regionais. Em breve será publicada aqui a grade de programação com os dias e horários.

Cartaz de divulgação do réveillon 2010/2011 em Alcobaça. Clique para ampliar
Além do réveillon, haverá também, no dia 8 de janeiro, a Noite do Reggaço e, no dia 15 de janeiro, a Noite da Bagaceira.
----------
Atualização em 10/1/2011:
Clique aqui para ver vídeos do réveillon de Alcobaça (queima de fogos e show do SPC)!
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Julinho Miranda é eleito presidente da Câmara Municipal de Alcobaça
Presidente: Antonio Julio Ribeiro Miranda (Julinho)A foto acima, do site Teixeira News, mostra o prefeito de Alcobaça, Léo Brito (à direita), cumprimentando o novo presidente da Câmara.
Vice-presidente: Evanildo Tertulino do Rosário (Bilú)
1º secretário: Antônio Rainier Castro Pereira (Renier)
2º secretário: Eliane Anne Gonçalves de Oliveira (Anne de Dona Dema)
Clique aqui para ler a história resumida da Câmara Municipal de Alcobaça.
Clique aqui para ver a lista de todos os vereadores de Alcobaça desde 1824 (lista compilada pelo próprio autor deste blog com base em sua própria pesquisa em documentos manuscritos originais dos últimos 200 anos).
Atualização em 29/12/2010:
A história política de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Reportagem de TV sobre a pesca em Alcobaça
Parte 1:
Parte 2:
E aqui está uma transcrição resumida da parte da reportagem referente a Alcobaça:
A equipe do Canal Rural Na Estrada está agora em Alcobaça, um dos principais polos de pesca artesanal da Bahia. A intenção é mostrar as dificuldades de infraestrutura que o pessoal enfrenta.
O presidente da Colônia de Pescadores da cidade, Ricarte Medeiros, aponta para os problemas: a riqueza destas águas não se reflete nos equipamentos disponíveis.
– É uma estrutura precária. A dificuldade do pescador em transportar seu peixe, em entregar nos locais, nos frigoríficos. São trapiches mal feitos. O pescador faz o possível para trazer um bom peixe, mas nessa transportação o peixe já perde um pouco do seu valor.
– A importância da pescaria aqui na região é de quase 100%. Quem não tiver o peixe para entregar, não sobrevive. Ou é funcionário público, ou é pescador – diz Medeiros.
A estrutura de comercialização é simples e tem pouca organização. Quem conta é o pescador Máximo Carlos Rosa, conhecido por aqui como Cicinho.
– O peixe chega e já vamos negociar a venda. Negociamos com os frigoríficos aqui da cidade. Aí vai e descarrega. Depois ele vai decidir o destino, para onde vai.
– Temos uma época de maio, junho e julho em que o preço é péssimo. Baixa mesmo, mas as despesas não baixam. A maior despesa é com barcos, em torno de R$ 20 mil. É que tem que levar esse material. Um barco não pode ir com menos de três mil litros de óleo. Tem que levar mantimento, isca, materiais que são caros. Anzol linhas também são caros – diz Cicinho.
Bem perto dali, a equipe flagra os problemas causados pela falta de uma estrutura adequada. Um barco está descarregando peixe. A retirada é manual, com ajuda de cordas. O produto é despejado em uma esteira, no cais. Um peixe da espécie meca, com dezenas de quilos, dá trabalho para os pescadores.
A equipe também foi conhecer um dos pequenos frigoríficos da cidade. São empresas onde o produto passa apenas por um resfriamento e de onde precisa sair em poucas horas, para não perder qualidade.
– O peixe é descarrega, lavado, encaixotado e resfriado. Ele só sai se estiver resfriado. Não temos indústria para fazer o beneficiamento. Nossa região é carente nessa modalidade – explica o proprietário do frigorífico, Bernardo Olívio.
– Mandamos para Vitória, Rio de Janeiro, Salvador e demais cidades da região. Estão faltando investimentos para melhorar a logística do peixe congelado. O fresco tem uma logística muito boa, temos mercados fortes como Vitória e Rio de Janeiro.
A idade da frota de pequenos barcos também preocupa.
– São sucatas. Devido à falta de investimento na pesca, o pescador fica de oito a 10 anos com o barco, sem poder fazer reforma. Quando faz, já muda a estrutura e não é mais a mesma coisa. Tem motores que já foram reformados quatro ou cinco vezes. E velocidade é importante para pescar bem, principalmente o camarão – confirma o presidente da Colônia de Pescadores de Alcobaça, Ricarte Medeiros.
- É preciso que haja uma forma de financiamento que permita ao pescador estar sempre com seu barco em dia, novo, legalizado, para que ele possa trabalhar e produzir melhor, com mais tranquilidade. Se você vai para o mar com a tábua podre, você até vai, mas não vai tranquilo. Pode quebrar e ir para o fundo. E aí tem que sair nadando. Se ele aguentar nadar – completa.
A equipe conseguiu pegar carona em um desses barcos de pesca artesanal, que está chegando do mar, trazendo o peixe.
– Saímos às 4h da manhã para o mar. Daí deu problema e estamos retornando. Às vezes ficamos três ou quatro dias no mar – diz o pescador Arilson Dionísio.
– A gente joga a rede, joga a âncora e fica esperando. Dá o tempo de uma hora e começa a recolher. Recolhendo e jogando. Não tem muito como selecionar o cardume na rede. O que vier, a gente pega. Cada um tem um preço, a gente seleciona.
– O mais comum são os barcos pescarem perto da costa. Até quatro ou cinco milhas distante da praia. A maioria dos barcos são pequenos, de oito a nove metros – explica o mestre do barco, Valmir da Silva.
Ele faz a manobra e se aproxima do cais. Da embarcação já é possível avistar o caminhão do Na Estrada caminhão estacionado. É preciso continuar a viagem!
(Veja a matéria completa no site do programa)
A equipe de produção do programa está de parabéns pela ótima qualidade da reportagem!
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Clipes da banda Parangolé, que vai tocar em Alcobaça no dia 8 de janeiro
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Atrações do verão 2011 em Prado
Quem vem para Alcobaça no verão com certeza quer aproveitar as atrações de cidades vizinhas. Por isso, é bom divulgar os eventos de outras cidades do extremo sul da Bahia. Prado é uma das mais cidades organizadas, que faz e divulga sua programação de eventos com antecedência. Veja abaixo alguns dos eventos do início de janeiro que já foram anunciados: a Ilha Ecofolia 4 no dia 1 de janeiro (com Banda Cheiro de Amor como grande atração e churrasco e cerveja de graça) e 3o. Verão Fest (com Silvano Salles e Reghatoni como grandes atrações e bebidas gratuitas).

Ilha Ecofolia 4 em Prado-Bahia. Clique na imagem para ampliar

3o. Verão Fest em Prado-Bahia. Clique na imagem para ampliar
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Pontos marcantes de Alcobaça - antes e depois!

Cacimba do Concelho antes (década de 1930) e depois (2009)

Praça São Bernardo antes (1940) e depois (2009)

Cais do porto de Alcobaça antes (década de 1930) e depois (2007)
O que você acha? Alcobaça mudou muito com o tempo?
Atualização em 29/12/2010:
A história de casarões e sobrados antigos de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)!
Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Pai de homem esfaqueado em BH também morreu a facadas em Viçosa
A história em si já é triste para a família, mas há um detalhe ainda mais infeliz: o pai do rapaz esfaqueado também foi morto esfaqueado em janeiro deste ano, enquanto veraneava em uma casa de praia em Nova Viçosa, cidade localizada a pouca distância de Alcobaça. O aposentado Maurílio Ferreira Gomes, de 72 anos, morreu ao lutar contra um ladrão que invadira sua casa para roubar e havia ferido sua mulher com uma faca. A família da vítima, que há 20 anos frequentava a praia de Nova Viçosa, ficou chocada com a barbárie. O crime marcou o verão 2010 do extremo sul da Bahia. Mas o criminoso acabou sendo preso semanas depois pela polícia.
E, agora, a história se repete, com o esfaqueamento do filho do aposentado, em circunstâncias que, embora distintas, não deixam de ter semelhança.
Veja mais detalhes na reportagem da TV Globo:
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Vídeo: Alcobaça em janeiro de 1990
Confira o vídeo abaixo:
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:
Documentários emocionantes sobre famílias antigas do extremo sul da Bahia
O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça
Os Muniz vieram da Ilha de São Miguel, Açores (Portugal), e estão no extremo sul da Bahia desde pelo menos 1788, primeiro em Caravelas e depois em Alcobaça, mais tarde espalhando-se sobretudo para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. O clã inclui as famílias de sobrenome Neves, Gitahy, Graúna, Tatagiba, Airy, Cordeiro, Carréra, Gouvêa, Lima, Melgaço, entre outros. A história de 220 anos e 9 gerações desse clã foi contada em detalhes no livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça - Clique aqui para saber mais sobre o livro!
O clã Almeida de Caravelas e Alcobaça
Os Almeida são um clã originário de Lisboa (Portugal) que chegou ao Brasil primeiro em Salvador, há 300 anos e há 200 anos chegou a Caravelas, depois mudando-se em parte para Alcobaça, com ramificações no Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Salvador. O clã inclui famílias de sobrenomes Alcântara, Siquara, Neves, Galeão, Melgaço, Costa e outros. A história de 12 gerações do clã Almeida foi contada no livro O clã Almeida de Caravelas e Alcobaça - clique aqui para saber mais sobre o livro.
O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia
A história dos Medeiros confunde-se com a própria história de Alcobaça, já que essa família está em Alcobaça desde pelo menos 1784, alguns anos depois que Alcobaça foi fundada. Clã de políticos, os Medeiros deixaram várias marcas na história de Alcobaça. As famílias que fazem parte do clã Medeiros têm sobrenomes como Guerra, Palmeira, Tavares, Oliveira, Telhada, Saraiva, Figueiredo, Costa, entre outros. A história das 10 gerações dos Medeiros foi contada no livro O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia - clique aqui para saber mais sobre o livro!
Se você pertence a um dos clãs acima, sinta-se orgulhoso, porque sua família ajudou a construir Alcobaça!
Se você já tem os livros acima, que tal presentear a família com um exemplar neste Natal? Clique aqui para ir ao site da livraria que está vendendo os livros!
Já comprou o seu exemplar do livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)?
Clique na imagem abaixo para saber mais sobre o livro:






