• Coleção Antigos Clãs de Alcobaça

    COLEÇÃO ANTIGOS CLÃS DE ALCOBAÇA

    Registro pioneiro da história de famílias que ajudaram a construir o Extremo Sul da Bahia, em 4 volumes: Medeiros, Almeida, Muniz e Trancoso. Lançamento em fevereiro de 2012!

  • Livro sobre a história de Alcobaça

    A HISTÓRIA DE ALCOBAÇA EM LIVRO PIONEIRO

    Em dezembro de 2010, Alcobaça ganhou um livro que registra pela primeira vez de forma sistemática os fatos e personagens mais importantes de sua história antiga. Clique na imagem para saber mais...

Aquecimento: Só pra Contrariar canta "Saudade Dói"

Fabio Data: 31.12.10

Fazendo um aquecimento para o show do réveillon que vai acontecer esta noite em Alcobaça, aqui vai um clipe do Só pra Contrariar cantando a música "Saudade Dói". Bom réveillon e feliz 2011 para todos vocês!

Leia aqui o Prefácio do livro "História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)"

Fabio Data: 30.12.10

Para quem ainda não sabe, foi lançado na semana passada História de Alcobaça-Bahia (1772-1958) um livro de 256 páginas que resgata de forma sistemática e pioneira os principais fatos e personagens da parte mais antiga da história de Alcobaça. O livro procura lançar luz sobre o período mais obscuro da história de Alcobaça, cidade que é mais lembrada pelo turismo do que pelo que ela representou para a economia e história da região extremo sul da Bahia. O livro está disponível no mundo todo, somente pela internet, em um site no Brasil e um site dos Estados Unidos (que envia com frete econômico inclusive para países da Europa como Portugal, Espanha, França etc.). Para que você saiba do que se trata e tenha um gostinho do conteúdo do livro leia abaixo o prefácio:

Prefácio

Quem é de Alcobaça tem, geralmente, uma relação de amor e ódio com a cidade durante toda a vida. Na infância, Alcobaça fica vinculada a sabores de frutas, ao vento batendo no rosto na praia, a uma sensação indescritível de liberdade, de conhecer aquelas ruas antigas como a palma da própria mão e, claro, a muitas personagens curiosas. Mas basta chegarem os primeiros sinais da adolescência para se ter a sensação de que a cidade é uma prisão que não vai nem para a frente, nem para trás, paralisada no tempo e já desistindo de gritar para que alguém a salve da irrelevância. Alguns anos mais tarde, essa mesma paralisia da cidade deixa de ser algo ruim e se transforma em algo bom, porque, afinal, nesta vida agitada e apressada, ser uma bucólica ilha de sossego é até uma virtude para uma cidade. Mas, logo em seguida, volta aquela velha sensação: “Por que Alcobaça não se desenvolve? Por que esta cidade não aproveita mais os recursos que tem? Por que a cidade não vai para a frente? Assim não dá para viver aqui”. É amor e ódio.

Para quem é de fora de Alcobaça – os “veranistas”, por exemplo –, a relação com a cidade é muito menos complicada. Pense no sujeito que saiu da imensidão das Minas Gerais, que cresceu sem sentir na pele o que é o mar. Esse sujeito chega a Alcobaça, depara-se com aquele mar escancarado, que permeia toda a extensão urbana da cidade, e não consegue escapar. É fisgado e conquistado para sempre e só lhe resta chegar a uma conclusão: “É aqui que vou construir minha casa de praia!” E quando o sujeito consegue construir a casa de praia, a família vem junto: os irmãos, os pais, os primos, os primos dos primos. E daqui a pouco Alcobaça já virou uma grande festa de mineiros, goianos, brasilienses etc. – todos apaixonados pela cidade, tão apaixonados que a paixão é transmitida de geração a geração como se fosse uma característica genética.

Alcobaça, em suma, é isso: equilibrada entre o amor-ódio dos alcobacenses e o encantamento absoluto dos veranistas. Mas a verdade é que nem uns nem outros conhecem as raízes de sua relação com a cidade – o porquê daquela sensação de paralisia no tempo, o porquê daquela verdadeira diáspora de mineiros no verão de Alcobaça. É que eles não conhecem as profundezas da história de Alcobaça.

A história de Alcobaça ficou relegada a um passado tão distante e tão obscuro que ninguém mais pensa nela – no máximo, se tem uma vaga sensação de que aquelas ruas estreitas, aqueles sobrados antigos, aqueles “causos” contados pelos nativos vieram de alguma época em que Alcobaça era “mais” do que é hoje, mas ninguém sabe exatamente como era essa época. Faltam informações objetivas que compensem a abundância de sensações subjetivas. Falta explicar mais claramente o percurso de 238 anos de existência de Alcobaça.

Este livro nasceu justamente para tentar suprir essa necessidade de informações objetivas sobre a história de Alcobaça. Sua maior ambição é contar, de forma pioneira e sistemática, a parte principal dos 238 anos de história dessa pequena cidade litorânea do extremo sul da Bahia. Não uma história anedótica, episódica ou romanceada, mas sim os detalhes do cotidiano buscados nos documentos históricos, as histórias de vida dos alcobacenses que viveram e morreram há duzentos anos, os históricos dos casarões antigos, as informações sobre a economia, a política e a sociedade de Alcobaça do século XVIII ao século XX. É uma visão bem mais nítida que as sensações subjetivas vivenciadas tanto por alcobacenses como por veranistas. E, sobretudo, é um registro geral da história da cidade que pode servir de base e ponto de partida para outros estudos mais pormenorizados que possam explicar muitos dos aspectos de Alcobaça que ainda permanecem obscuros.

O livro é dividido em quatro capítulos, dedicados a fases específicas da história de Alcobaça. A divisão – artificial e criada com o propósito de entender melhor as idas e vindas da história – teve por base acontecimentos marcantes para a própria Alcobaça. Não parece certo interpretar a história de Alcobaça com base em divisões pré-fabricadas do tipo “Alcobaça no Brasil Colônia”, “Alcobaça no Império”, “Alcobaça na Primeira República” etc., tomando como base a história dos outros. Assim como a vida de uma pessoa se explica melhor com base no que essa pessoa fez, a história de Alcobaça é explicada com base no que ocorreu na cidade em seus 238 anos.

O primeiro capítulo cobre os anos de 1747 a 1772 e discorre sobre os primórdios de Alcobaça, quando o local ainda não tinha identidade reconhecida oficialmente. São apresentados os moradores pioneiros, alguns aspectos históricos da região, as teorias históricas sobre a origem do nome Alcobaça, os eventos que levaram à fundação de Alcobaça como vila e o perfil do santo escolhido como padroeiro da vila.

O segundo capítulo focaliza os anos de 1773 a 1815, que são as primeiras quatro décadas após a fundação da vila de Alcobaça. Nesse capítulo sobre os anos de formação do povo alcobacense, o leitor entrará em um mundo povoado por capitães e alferes e conhecerá os patriarcas que deram origem à maior parte da população de Alcobaça.

O terceiro capítulo trata do apogeu da sociedade patriarcal em Alcobaça, quando os “antigos clãs” floresceram e passaram a dominar a vida política e econômica da cidade, mais ou menos entre 1816 e 1887. Nesse capítulo pode-se ler um relato sobre a visita do príncipe Maximiliano de Wied-Neuwied, conhecer as origens de várias famílias fundadas em Alcobaça há cerca de 150 anos, analisar o fenômeno da endogamia (casamentos entre primos) na Alcobaça do século XIX, viajar pelas fazendas antigas e casarões da elite alcobacense de outrora, informar-se sobre a história da Câmara Municipal de Alcobaça e da comarca de Alcobaça e conhecer detalhes da escravidão em Alcobaça.

O quarto e último capítulo, dedicado ao “tempo dos coronéis”, percorre a história de Alcobaça desde a abolição da escravatura, em 1888, até o fim simbólico da hegemonia dos antigos clãs, em 1958. Nesse capítulo há estudos sobre os imigrantes libaneses em Alcobaça, sobre a influência dos padres franciscanos holandeses no extremo sul baiano, sobre os desmembramentos do território de Alcobaça ao longo dos anos e sobre o fenômeno do coronelismo na política. O capítulo também oferece breves biografias de coronéis alcobacenses e de grandes figuras políticas nacionais que nasceram em Alcobaça.

Por fim, para complementar os relatos históricos, o leitor terá a oportunidade de ler transcrições de manuscritos antigos revelando aspectos da história bicentenária de Alcobaça, na seção Documentação histórica. A obra é também enriquecida com um Apêndice para fins de orientação, Referências bibliográficas para aprofundamento dos temas tratados e Índice remissivo para rápida consulta de eventos históricos e nomes de localidades e pessoas mencionadas no livro.

Faço aqui uma ressalva: embora a história em si seja imutável, o panorama histórico apresentado neste livro deve ser visto como uma interpretação do autor com base na leitura de manuscritos antigos. Afinal, a “história” é nada mais que a escrita da história, e para realizar essa escrita o ponto de partida é sempre um recorte da realidade feito por alguém. Com isso sempre em mente, tenha uma boa leitura!

Para comprar o livro, clique nos links abaixo:
Comprar o livro no Brasil (entrega em todo o Brasil)
Comprar o livro nos Estados Unidos (entrega no mundo todo, inclusive Europa e Canadá)

Todas as informações sobre o livro estão nesta página: clique aqui.

Programação da virada do ano em Mucuri

Fabio Data: 29.12.10

O Município de Mucuri, localizado na divisa entre Bahia e Minas e próximo de Alcobaça, anunciou ontem as atrações do réveillon 2010/2010. Veja aqui a programação das bandas que irão agitar o final de semana da virada:

Sexta-feira, 31/12/2010
22:00 Banda Vibração
00:10 Banda Break
02:10 Sambalada

Sábado, 1/1/2011
22:00 Banda New
00:00 Banda Fantasmão
02:00 Banda Ragha Boys

Domingo 2/1/2011
21:00 Banda Leo & Cia
23:00 Banda Metrópolis
00:10 Banda Frenesi

Permissão para explorar petróleo ameaça o Parque Nacional Marinho de Abrolhos

Fabio Data: 28.12.10

A partir de agora, é permitido explorar petróleo em um raio de 50km em torno de Abrolhos, o parque nacional marinho protegido localizado próximo a Alcobaça. Foi o que decidiu o Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Embora enfatize que a exploração do petróleo seja necessária para a sobrevivência e sucesso do Brasil como nação produtora de petróleo, a decisão está sendo vista pela sociedade como um grande retrocesso ambiental, uma vez que a fauna e flora de Abrolhos estaria direta ou indiretamente posta em risco com a movimentação de embarcações na área e com o perigo de contaminação. Os detalhes da decisão do TRF estão na nota distribuída pela Agência Nacional do Petróleo:

Recurso da ANP sobre Abrolhos é acatado pela Justiça Federal

O Tribunal Regional Federal da Primeira Região acolheu recurso da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e suspendeu decisão da Justiça Federal de Eunápolis que havia proibido qualquer atividade petrolífera em um raio de 50 km em torno do Parque Nacional Marinho de Abrolhos e adjacências, no sul da Bahia.

Na sentença, o desembargador Olindo Menezes afirma que a decisão impugnada acarreta "grave lesão à ordem e à economia pública". Sustenta que a suspensão total das atividades "atinge o planejamento estratégico do país em relação à nossa matriz energética, o que certamente coloca em risco a própria segurança nacional."

A decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região garante a continuidade de todas as atividades de exploração e produção já licitadas e a possibilidade de a ANP promover novas licitações na área, quando o Ibama deverá analisar os necessários pedidos de licença ambiental.

A diretriz de excluir das licitações da ANP os blocos com restrições ambientais, sustentadas em manifestação conjunta do IBAMA, dos Órgãos Ambientais Estaduais e da ANP, conforme a Resolução CNPE nº 08/2003, prevalece desde a Sexta Rodada de Licitação, em 2004. Dessa forma, diversos blocos citados na decisão judicial suspensa já tinham sido liberados, do ponto de vista ambiental, pelo Ibama.

Há 16 blocos exploratórios nas Bacias do Jequitinhonha e Espírito Santo, total ou parcialmente inseridos no raio de 50 quilômetros dos bancos dos Abrolhos, Royal Charlotte e adjacências, que foram arrematados nas Rodadas de Licitação terceira, quarta, quinta, sexta, sétima e nona e estão sob a operação de cinco empresas concessionárias - Petrobras (11 blocos), Parenco (2), Queiroz Galvâo (1), Shell (1), ONGC (1).

Após a assinatura dos contratos de concessão com a ANP e antes de iniciar as atividades de exploração, as empresas vencedoras das Rodadas de Licitação devem requerer licenças aos órgãos ambientais competentes, com base nas normas estabelecidas nas Resoluções Conama nº 23/1994, nº 237/1997 e nº 350/2004 - que instituem procedimentos e critérios utilizados para o licenciamento ambiental de tais atividades.

Para obter essas licenças, as concessionárias precisam elaborar estudos ambientais e, se necessário, promover audiências públicas (Resolução Conama nº 9/1987). Cabe à ANP acompanhar todas as atividades desenvolvidas pelas empresas por meio de vistorias de fiscalização, nas quais são observadas, além dos aspectos técnicos, as exigências de segurança operacional e ambiental.

ANP - Assessoria de Imprensa

Atrações do verão 2011 em Prado e Nova Viçosa

Fabio Data: 26.12.10

Clique aqui para ver a programação do carnaval 2011 em Prado
Clique aqui para ver a programação do carnaval 2011 em Nova Viçosa

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Depois do anúncio da programação do verão 2011 em Alcobaça, outros municípios vizinhos de Alcobaça também anunciaram suas próprias atrações para este verão (réveillon e janeiro).

Em Prado a programação começa com as bandas Karamba na Kara, A2 & Cia e Swing Light no show da virada no dia 31/12. Em Cumuruxatiba, a festa terá trio elétrico e bandas Fuska Balla, Axezeiro, Karamba na Kara e Os Garanhões Elétricos. Confira as atrações:

Programação do verão 2011 de Prado-Bahia
Programação do verão 2011 de Prado-Bahia.

Programação do verão 2011 de Prado-Bahia
Programação do verão 2011 de Prado-Bahia. Clique para ampliar.

Em Nova Viçosa, as atrações se concentrarão na praia do Lugar Comum e na praça da Baleia. Veja aqui a programação:
31/12: Carro de Playboy
1/1: Raghatoni
7/1: Parangolé
8/1: Menina Faceira
14/1: Tianastácia
15/1: Só pra Contrariar
21/1: Jarley e Banda
22/1: Guig Ghetto
28/1: Camila Vitorino
29/1: Henrique e Ruan

Programação do verão 2011 de Nova Viçosa-Bahia
Programação do verão 2011 de Nova Viçosa-Bahia.

Vídeos do coral na missa de Natal em Alcobaça

Fabio Data: 26.12.10

Quem não pôde estar na missa de Natal em Alcobaça pode pelo menos conferir os vídeos abaixo, que mostram imagens do Coral Renascer, da Igreja Matriz de São Bernardo. O coral, composto por figuras conhecidas em Alcobaça, é sempre destaque nas missas mais importantes celebradas na igreja. Os vídeos foram encontrados no YouTube e foram produzidos por Jorge. Obrigado, Jorge, pelo registro!



Lançamento: Livro sobre a história de Alcobaça-Bahia

Fabio Data: 23.12.10



Acaba de ser publicado o livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Este livro pioneiro apresenta um panorama histórico das origens e desenvolvimento de Alcobaça desde o século 18 até meados do século 20, com destaque para as personagens que viveram naquela época. Fartamente ilustrado e com linguagem acessível, o livro tem um fundamento documental e foi escrito com base em uma pesquisa de mais de 10 anos realizada pelo próprio autor, o alcobacense Fabio M. Said, que além de editor deste blog é também autor de três livros sobre a história de famílias bicentenárias de Alcobaça. O livro está á venda no mundo todo, apenas pela internet, em um site do Brasil (entrega em qualquer lugar do Brasil) e outro site dos Estados Unidos (entrega no mundo inteiro).
Nesta página estão reunidas todas as informações sobre o livro:



Ficha técnica


Título: "História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)"
Autor: Fabio M. Said
Editora: edição do autor
Edição: 1a. (2010), brochura, 14,8x21cm, 256 páginas
ISBN: 978-85-910098-4-8
Sinopse: Por volta de 1747, dois moradores da vila de Caravelas, no sul da capitania de Porto Seguro (extremo sul da atual Bahia), mudaram-se para terras vizinhas às margens do rio Itanhém. Em 1764, já havia no local uma pequena povoação conhecida como arraial de Itanhém, que em 12 de novembro de 1772 passou a ser a vila de São Bernardo de Alcobaça. Este livro percorre a história de Alcobaça-Bahia desde as origens até o fim da época dos coronéis, mostrando detalhes da vida da cidade em três séculos: a política e as relações sociais; dados sobre a economia e antigos engenhos; origens de famílias centenárias; a presença dos franciscanos holandeses, naturalistas alemães e imigrantes açorianos e libaneses; históricos dos sobrados antigos; grandes vultos nascidos na cidade; desmembramentos territoriais. Escrito com base em rigorosa pesquisa documental, este livro pioneiro visa a suprir a demanda de informações sobre Alcobaça, que é mais lembrada pelo turismo de veraneio e cuja história corre risco de esquecimento.

Onde e como comprar o livro?


O livro pode ser adquirido somente através da internet. Trata-se de um método de publicação impressa "sob demanda", no qual os exemplares só são impressos depois de encomendados. Portanto, não há estoques, nem esquema de distribuição em livrarias físicas (somente em algumas livrarias da internet).

Para comprar o livro, você tem duas opções:
Além disso, uma terceira opção somente para quem estiver em Alcobaça-Bahia e quiser comprar pessoalmente é entrar em contato com o autor por e-mail e combinar como fazer a compra. Mas atenção: esta alternativa de comprar pessoalmente só vale para quem reservar antes, estiver em Alcobaça-Bahia e puder pegar o livro pessoalmente. Se você estiver indo passear em Alcobaça, não espere que haja estoque de exemplares. Aqui está o e-mail do autor para combinar a compra pessoalmente em Alcobaça:


ATENÇÃO: Clique aqui para ver instruções detalhadas sobre como comprar o livro pela internet ou pessoalmente.

Diferenças entre a versão brasileira e a versão americana


Há algumas diferenças entre as versões impressas pela gráfica brasileira e pela gráfica americana:

Site brasileiro: Site americano:
"Orelhas" impedindo que a capa se encurve com o uso: orelha da capa com descrição do livro, orelha da quarta capa com biografia e foto do autor Sem "orelhas", podendo fazer com que a capa do livro se encurve com o tempo de manuseio
Capa: papel com laminação fosca e gramatura 300g/m² Capa: papel com laminação brilhante e gramatura 270g/m²
Quarta capa: não inclui foto do autor, mas apenas um breve resumo do livro Quarta capa: inclui foto e biografia do autor e breve resumo do livro
Miolo: papel branco, com gramatura de 75g/m² Miolo: papel branco, gramatura de 90g/m²
Frete: para todo o Brasil, pelo sistema eSedex ou Pac (opção automática conforme o local de entrega) *) - ATENÇÃO: quem mora em São Paulo ou Salvador tem a opção de retirar o livro direto na gráfica sem pagar o frete Frete: para todo o mundo, com 3 opções livres (a melhor opção é a com entrega garantida)
Preço: 48,00 reais + frete (para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte: cerca de R$ 7; Brasília: cerca de R$ 11; Salvador: cerca de R$ 12; Alcobaça/Caravelas: cerca de R$ 14) - ATENÇÃO: quem mora em São Paulo ou Salvador tem a opção de retirar o livro direto na gráfica sem pagar o frete Preço: 18.00 dólares + frete (dos Estados Unidos para qualquer lugar do mundo, com valores dependendo de diversos fatores; para o Brasil, o frete de 1 exemplar custa a partir de 12 dólares)
Forma de pagamento: cartão de crédito ou boleto bancário Forma de pagamento: cartão de crédito internacional ou PayPal
Clique aqui para comprar no site brasileiro Clique aqui para comprar no site americano

É bom ter em mente que em publicações "sob demanda" todo livro precisa de cerca de 3 dias úteis até ficar pronto para ser enviado pelos correios. O prazo de entrega é contado a partir do momento em que o livro fica pronto e não a partir do momento em que é feito o pedido. Além disso, como em toda compra on-line, o pedido só é confirmado após a confirmação do pagamento.

Fotos de exemplares impressos



Estes exemplares foram impressos pela gráfica brasileira (impressão com capa fosca, com orelhas):



E estes foram impressos pela gráfica norte-americana (impressão com capa brilhante e sem orelhas):


Por que o livro não fala da história recente de Alcobaça?


A história antiga de Alcobaça - isto é, a época das origens e a época da velha economia baseada na política do coronelismo - está em vias de esquecimento, e o objetivo do livro é impedir esse esquecimento. Além disso, a parte mais recente (últimos 50 aos) ainda está acontecendo e não há o devido distanciamento crítico para escrever essa história com a devida imparcialidade. Assim, por enquanto, a prioridade maior é a história antiga de Alcobaça. Em um segundo momento, quem sabe, haverá um segundo volume sobre a história mais recente de Alcobaça.

Posso ler uma amostra grátis do livro?


Se você ficou curioso e quer ver se vale mesmo a pena comprar o livro, leia amostra grátis, que inclui o sumário, o prefácio, a introdução e o índice remissivo com os assuntos tratados no livro. Clique no meio da imagem abaixo para visualizar em tamanho grande:

Links para comprar o livro pela internet


Para comprar o livro, você tem duas opções:

Boa leitura!

Outros livros

Além deste livro sobre a história geral de Alcobaça, foram publicados também três outros livros sobre a história de algumas famílias tradicionais que estão em Alcobaça há mais de 200 anos. Clique nos links abaixo para saber mais:

Banda Só pra Contrariar cantará no réveillon 2010/2011 em Alcobaça!

Fabio Data: 18.12.10


Fotos: produção do Só pra Contrariar. Clique para ampliar

Depois de várias semas de angústia para os alcobacenses e turistas ansiosos para saber a programação do réveillon 2010/2011 de Alcobaça, finalmente está confirmado: a grande atração musical do réveillon alcobacense será a banda Só pra Contrariar.

As outras bandas que tocarão no réveillon e em janeiro são: Chicabana, Parangolé, Black Style, O Atropelo, Wagão Chicleteiro, Os Garanhões do Forró e Carro de Playboy. Também haverá trios elétricos e outras bandas regionais. Em breve será publicada aqui a grade de programação com os dias e horários.


Cartaz de divulgação do réveillon 2010/2011 em Alcobaça. Clique para ampliar

Além do réveillon, haverá também, no dia 8 de janeiro, a Noite do Reggaço e, no dia 15 de janeiro, a Noite da Bagaceira.

Ontem à noite, ao anunciar a programação do réveillon e janeiro, o prefeito de Alcobaça também anunciou algumas atrações do carnaval 2011 em Alcobaça: João Bosco e Vinicius e Raça Negra. Por volta do dia 10 de janeiro, segundo ele, será anunciada a grade de programação completa do carnaval.

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Atualização em 10/1/2011:
Clique aqui para ver vídeos do réveillon de Alcobaça (queima de fogos e show do SPC)!

Julinho Miranda é eleito presidente da Câmara Municipal de Alcobaça

Fabio Data: 15.12.10

 Anteontem (13/12) foi realizada a última sessão do ano na Câmara Municipal de Alcobaça. Na ocasião foi realizada também uma eleição para o cargo de presidente e demais membros da diretoria da Câmara. A cada dois anos as câmaras municipais do Brasil têm de realizar esse tipo de eleição, promovendo a rotatividade de funções dentro desse órgão e, por extensão, promovendo a própria democracia. A única chapa apresentada foi eleita por unanimidade. A atual mesa diretora fica, assim, composta pelos seguintes vereadores:
Presidente: Antonio Julio Ribeiro Miranda (Julinho)
Vice-presidente: Evanildo Tertulino do Rosário (Bilú)
1º secretário: Antônio Rainier Castro Pereira (Renier)
2º secretário: Eliane Anne Gonçalves de Oliveira (Anne de Dona Dema)
A foto acima, do site Teixeira News, mostra o prefeito de Alcobaça, Léo Brito (à direita), cumprimentando o novo presidente da Câmara.

Clique aqui para ler a história resumida da Câmara Municipal de Alcobaça.

Clique aqui para ver a lista de todos os vereadores de Alcobaça desde 1824 (lista compilada pelo próprio autor deste blog com base em sua própria pesquisa em documentos manuscritos originais dos últimos 200 anos).

Atualização em 29/12/2010:
A história política de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Reportagem de TV sobre a pesca em Alcobaça

Fabio Data: 14.12.10

O Canal Rural é uma emissora de tevê sediada em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A emissora tem um projeto fantástico chamado Canal Rural Na Estrada, que se dedica a expor a logística e a rota de distribuição de determinadas categorias de alimentos no território brasileiro. Na edição 2010 do projeto, que atualmente está sendo exibida todos os domingos desde 7 de novembro, o programa do domingo passado foi sobre a distribuição do peixe. E como Alcobaça é considerada uma referência na rota do peixe no Brasil, o programa esteve também em Alcobaça, mostrando um pouco do mundo da pesca alcobacense, que é um elemento importantíssimo da economia do município, e entrevistando o atual presidente da Colônia de Pescadores de Alcobaça, Ricarte dos Santos Medeiros Filho, e o dono de um dos frigoríficos da cidade, Bernardo Olívio Firpo Oliveira. Confira a reportagem completa nos vídeos abaixo. A parte 1 se refere à viagem do programa a Belo Horizonte e Niterói e a parte 2 mostra Alcobaça, Ilhéus e Salvador.

Parte 1:



Parte 2:



E aqui está uma transcrição resumida da parte da reportagem referente a Alcobaça:

A equipe do Canal Rural Na Estrada está agora em Alcobaça, um dos principais polos de pesca artesanal da Bahia. A intenção é mostrar as dificuldades de infraestrutura que o pessoal enfrenta.

O presidente da Colônia de Pescadores da cidade, Ricarte Medeiros, aponta para os problemas: a riqueza destas águas não se reflete nos equipamentos disponíveis.

– É uma estrutura precária. A dificuldade do pescador em transportar seu peixe, em entregar nos locais, nos frigoríficos. São trapiches mal feitos. O pescador faz o possível para trazer um bom peixe, mas nessa transportação o peixe já perde um pouco do seu valor.

– A importância da pescaria aqui na região é de quase 100%. Quem não tiver o peixe para entregar, não sobrevive. Ou é funcionário público, ou é pescador – diz Medeiros.

A estrutura de comercialização é simples e tem pouca organização. Quem conta é o pescador Máximo Carlos Rosa, conhecido por aqui como Cicinho.

– O peixe chega e já vamos negociar a venda. Negociamos com os frigoríficos aqui da cidade. Aí vai e descarrega. Depois ele vai decidir o destino, para onde vai.

– Temos uma época de maio, junho e julho em que o preço é péssimo. Baixa mesmo, mas as despesas não baixam. A maior despesa é com barcos, em torno de R$ 20 mil. É que tem que levar esse material. Um barco não pode ir com menos de três mil litros de óleo. Tem que levar mantimento, isca, materiais que são caros. Anzol linhas também são caros – diz Cicinho.

Bem perto dali, a equipe flagra os problemas causados pela falta de uma estrutura adequada. Um barco está descarregando peixe. A retirada é manual, com ajuda de cordas. O produto é despejado em uma esteira, no cais. Um peixe da espécie meca, com dezenas de quilos, dá trabalho para os pescadores.

A equipe também foi conhecer um dos pequenos frigoríficos da cidade. São empresas onde o produto passa apenas por um resfriamento e de onde precisa sair em poucas horas, para não perder qualidade.

– O peixe é descarrega, lavado, encaixotado e resfriado. Ele só sai se estiver resfriado. Não temos indústria para fazer o beneficiamento. Nossa região é carente nessa modalidade – explica o proprietário do frigorífico, Bernardo Olívio.

– Mandamos para Vitória, Rio de Janeiro, Salvador e demais cidades da região. Estão faltando investimentos para melhorar a logística do peixe congelado. O fresco tem uma logística muito boa, temos mercados fortes como Vitória e Rio de Janeiro.

A idade da frota de pequenos barcos também preocupa.

– São sucatas. Devido à falta de investimento na pesca, o pescador fica de oito a 10 anos com o barco, sem poder fazer reforma. Quando faz, já muda a estrutura e não é mais a mesma coisa. Tem motores que já foram reformados quatro ou cinco vezes. E velocidade é importante para pescar bem, principalmente o camarão – confirma o presidente da Colônia de Pescadores de Alcobaça, Ricarte Medeiros.

- É preciso que haja uma forma de financiamento que permita ao pescador estar sempre com seu barco em dia, novo, legalizado, para que ele possa trabalhar e produzir melhor, com mais tranquilidade. Se você vai para o mar com a tábua podre, você até vai, mas não vai tranquilo. Pode quebrar e ir para o fundo. E aí tem que sair nadando. Se ele aguentar nadar – completa.

A equipe conseguiu pegar carona em um desses barcos de pesca artesanal, que está chegando do mar, trazendo o peixe.

– Saímos às 4h da manhã para o mar. Daí deu problema e estamos retornando. Às vezes ficamos três ou quatro dias no mar – diz o pescador Arilson Dionísio.

– A gente joga a rede, joga a âncora e fica esperando. Dá o tempo de uma hora e começa a recolher. Recolhendo e jogando. Não tem muito como selecionar o cardume na rede. O que vier, a gente pega. Cada um tem um preço, a gente seleciona.

– O mais comum são os barcos pescarem perto da costa. Até quatro ou cinco milhas distante da praia. A maioria dos barcos são pequenos, de oito a nove metros – explica o mestre do barco, Valmir da Silva.

Ele faz a manobra e se aproxima do cais. Da embarcação já é possível avistar o caminhão do Na Estrada caminhão estacionado. É preciso continuar a viagem!

(Veja a matéria completa no site do programa)

A equipe de produção do programa está de parabéns pela ótima qualidade da reportagem!

Clipes da banda Parangolé, que vai tocar em Alcobaça no dia 8 de janeiro

Fabio Data: 13.12.10

Para começar o aquecimento para a 16a. Noite do Reggaço - show que acontecerá no dia 8 de janeiro, na orla de Alcobaça -, veja abaixo alguns videoclipes de músicas doa banda Parangolé, que está fez muito sucesso em 2010 e promete arrasar o verão de Alcobaça. E então, já arrumou suas malas para ir a Alcobaça?



Atrações do verão 2011 em Prado

Fabio Data: 10.12.10

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Quem vem para Alcobaça no verão com certeza quer aproveitar as atrações de cidades vizinhas. Por isso, é bom divulgar os eventos de outras cidades do extremo sul da Bahia. Prado é uma das mais cidades organizadas, que faz e divulga sua programação de eventos com antecedência. Veja abaixo alguns dos eventos do início de janeiro que já foram anunciados: a Ilha Ecofolia 4 no dia 1 de janeiro (com Banda Cheiro de Amor como grande atração e churrasco e cerveja de graça) e 3o. Verão Fest (com Silvano Salles e Reghatoni como grandes atrações e bebidas gratuitas).


Ilha Ecofolia 4 em Prado-Bahia. Clique na imagem para ampliar



3o. Verão Fest em Prado-Bahia. Clique na imagem para ampliar

Pontos marcantes de Alcobaça - antes e depois!

Fabio Data: 9.12.10

Abaixo você terá a oportunidade de ver a transformação de alguns pontos marcantes da paisagem de Alcobaça no decorrer do tempo. Escolhi três locais facilmente identificáveis: a Cacimba do Concelho, o cais do porto e a praça da igreja. Cada um desses locais é representado por uma foto antiga, das décadas de 1930-1940 e uma foto da década atual, em ângulo de visão semelhante. Confiram as imagens:


Cacimba do Concelho antes (década de 1930) e depois (2009)


Praça São Bernardo antes (1940) e depois (2009)


Cais do porto de Alcobaça antes (década de 1930) e depois (2007)

O que você acha? Alcobaça mudou muito com o tempo?

Atualização em 29/12/2010:
A história de casarões e sobrados antigos de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)!
Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Pai de homem esfaqueado em BH também morreu a facadas em Viçosa

Fabio Data: 8.12.10

Está correndo o noticiário desta semana a notícia da morte por esfaqueamento de um professor de Educação Física em Belo Horizonte. O professor Kássio Vinícius Castro Gomes foi morto a facada por um aluno da faculdade particular onde ele trabalhava na capital mineira.

A história em si já é triste para a família, mas há um detalhe ainda mais infeliz: o pai do rapaz esfaqueado também foi morto esfaqueado em janeiro deste ano, enquanto veraneava em uma casa de praia em Nova Viçosa, cidade localizada a pouca distância de Alcobaça. O aposentado Maurílio Ferreira Gomes, de 72 anos, morreu ao lutar contra um ladrão que invadira sua casa para roubar e havia ferido sua mulher com uma faca. A família da vítima, que há 20 anos frequentava a praia de Nova Viçosa, ficou chocada com a barbárie. O crime marcou o verão 2010 do extremo sul da Bahia. Mas o criminoso acabou sendo preso semanas depois pela polícia.

E, agora, a história se repete, com o esfaqueamento do filho do aposentado, em circunstâncias que, embora distintas, não deixam de ter semelhança.

Veja mais detalhes na reportagem da TV Globo:


Vídeo: Alcobaça em janeiro de 1990

Fabio Data: 6.12.10

Se você tem curiosidade de saber ou relembrar como era a praia de Alcobaça há 20 anos, nos idos de 1990, então assista ao vídeo abaixo. O vídeo é um registro que se pode chamar de "histórico" porque flagra momentos que certamente se repetiram bastante em Alcobaça naquela época: jovens veranistas curtindo o verão alcobacense, praia lotada de janeiro, casas de veraneio amontoadas de gente que todos os anos "peregrinava" das Minas Gerais até Alcobaça para viver alguns dias no bem-bom, sombra e água fresca. Além disso, o vídeo deixa bem claro em que época foi feito: quando você houve expressões como "sorriso Colgate" e "Garota do Fantástico", você sabe que estamos falando daquela época em que o presidente do Brasil era José Sarney. Obrigado ao Macholl, cuja família frequenta Alcobaça há décadas, pelo excelente e bem-humorado registro videográfico!

Confira o vídeo abaixo:



Documentários emocionantes sobre famílias antigas do extremo sul da Bahia

Fabio Data: 2.12.10

Aqui no Diário de Alcobaça-Bahia já foram publicados vários vídeos-documentários sobre a história de famílias bicentenárias do extremo sul da Bahia. Todas essas famílias já foram objeto de livros minuciosos que registraram pela primeira vez seu histórico ao longo de três séculos e cerca de 10 gerações. Para saber quais são essas famílias, confira abaixo os vídeos e acompanhe divirta-se com as imagens coletadas entre inúmeros membros das próprias famílias.

O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça




Os Muniz vieram da Ilha de São Miguel, Açores (Portugal), e estão no extremo sul da Bahia desde pelo menos 1788, primeiro em Caravelas e depois em Alcobaça, mais tarde espalhando-se sobretudo para o Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. O clã inclui as famílias de sobrenome Neves, Gitahy, Graúna, Tatagiba, Airy, Cordeiro, Carréra, Gouvêa, Lima, Melgaço, entre outros. A história de 220 anos e 9 gerações desse clã foi contada em detalhes no livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça - Clique aqui para saber mais sobre o livro!

O clã Almeida de Caravelas e Alcobaça




Os Almeida são um clã originário de Lisboa (Portugal) que chegou ao Brasil primeiro em Salvador, há 300 anos e há 200 anos chegou a Caravelas, depois mudando-se em parte para Alcobaça, com ramificações no Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Salvador. O clã inclui famílias de sobrenomes Alcântara, Siquara, Neves, Galeão, Melgaço, Costa e outros. A história de 12 gerações do clã Almeida foi contada no livro O clã Almeida de Caravelas e Alcobaça - clique aqui para saber mais sobre o livro.

O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia




A história dos Medeiros confunde-se com a própria história de Alcobaça, já que essa família está em Alcobaça desde pelo menos 1784, alguns anos depois que Alcobaça foi fundada. Clã de políticos, os Medeiros deixaram várias marcas na história de Alcobaça. As famílias que fazem parte do clã Medeiros têm sobrenomes como Guerra, Palmeira, Tavares, Oliveira, Telhada, Saraiva, Figueiredo, Costa, entre outros. A história das 10 gerações dos Medeiros foi contada no livro O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia - clique aqui para saber mais sobre o livro!

Se você pertence a um dos clãs acima, sinta-se orgulhoso, porque sua família ajudou a construir Alcobaça!

Se você já tem os livros acima, que tal presentear a família com um exemplar neste Natal? Clique aqui para ir ao site da livraria que está vendendo os livros!