• Coleção Antigos Clãs de Alcobaça

    COLEÇÃO ANTIGOS CLÃS DE ALCOBAÇA

    Registro pioneiro da história de famílias que ajudaram a construir o Extremo Sul da Bahia, em 4 volumes: Medeiros, Almeida, Muniz e Trancoso. Lançamento em fevereiro de 2012!

  • Livro sobre a história de Alcobaça

    A HISTÓRIA DE ALCOBAÇA EM LIVRO PIONEIRO

    Em dezembro de 2010, Alcobaça ganhou um livro que registra pela primeira vez de forma sistemática os fatos e personagens mais importantes de sua história antiga. Clique na imagem para saber mais...

Bairro da Barra de Alcobaça em imagem de satélite

Fabio Data: 27.9.10

Veja abaixo uma panorama do bairro da Barra de Alcobaça, espremido entre o manguezal do rio Itanhém e o Oceano Atlântico. A imagem mostra várias casas de veraneio construídas no local desde os anos 80.


Imagem se satélite do bairro da Barra, em Alcobaça-Bahia. Foto: Google Earth. Clique na imagem para ampliar

Imagem se satélite do bairro São Pedro, em Alcobaça

Fabio Data: 24.9.10

O Google Earth nos dá a possibilidade de viajar pelos bairros de Alcobaça. Um deles é o bairro São Pedro, entre a Caixa D'Água e a Cajarana. Veja abaixo uma imagem rica em detalhes do bairro São Pedro. É possível até identificar casas do local (clique na imagem para ampliar).


Bairro São Pedro em Alcobaça em imagem de satélite. Foto: Google Earth. Clique na imagem para ampliar

Antiga Praça do Concelho em Alcobaça

Fabio Data: 22.9.10

Muita gente não sabe que a rua Silva Jardim, onde estão localizados alguns dos casarões mais antigos e bonitos de Alcobaça, era antigamente uma praça. Na frente do casarão de Izidro Nascimento (atual casa paroquial) havia uma praça de nome Praça do Concelho. "Concelho" com "c" era o nome dado à câmara de vereadores de antigamente, quando não havia prefeitos e a câmara era quem comandava os destinos da cidade. Daí o nome da famosa cacimba de Alcobaça, a Cacimba do Concelho. Clique aqui para conhecer melhor a cacimba. E clique aqui para ver uma imagem do local nos anos 30.

Abaixo está uma foto do local em 1981 - décadas depois de a praça ter sido aterrada e transformada em rua:


Antiga Praça do Concelho em Alcobaça. Foto: Ana Maria Costa de Oliveira. Clique na imagem para ampliar.

Abaixo está uma imagem de satélite do local onde era a Praça do Concelho:


Antiga Praça do Concelho em Alcobaça. Foto: Google Earth. Clique na imagem para ampliars

Tragédia em Alcobaça: família morre em incêndio no bairro São Benedito

Fabio Data: 21.9.10

No final da noite de domingo (19/9) ocorreu em Alcobaça um daqueles fatos que ficam marcados na memória. Vários membros de uma mesma família morreram carbonizados em uma casa da rua 20 de Agosto, no bairro São Benedito.

Por volta das 11 da noite, chovia muito e faltava luz no bairro São Benedito. Rogervana Miranda de Almeida (22 anos), sua filha Maria Júlia (2 anos) e suas sobrinhas e filhas de criação Caroline (14) e Brenda (10 anos) dormiam no quarto da casa quando foram surpreendidas pelo incêndio implacável, que teria começado pelo telhado. Não conseguiram sair porque o fogo se alastrou rapidamente e acabaram morrendo carbonizadas.

Rogervana, que trabalhava como diarista, era filha de Estela dos Santos Miranda e Nelson Miranda (conhecido popularmente como "Nó Cego"). Estela e dois menores, que também dormiam na casa no momento, escaparam vivos do incêndio, ajudados pelos vizinhos. Uma das vítimas que escaparam do incêndio continua internada com queimadura graves em 60% do corpo.

A vizinhança tentou ajudar trazendo água, mas o esforço foi inútil. Uma das vítimas estava com forte cheiro de gasolina, o que aumenta os indícios de ser um incêndio criminoso.

Durante a manhã, os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal Nina Rodrigues de Itamaraju para realização do laudo pericial. No final da tarde de segunda (20/09) eles foram velados na Casa de Cultura de Alcobaça e, em seguida, enterrados no cemitério da cidade.

Ainda durante a manhã foi preso um suspeito de ter provocado o incêndio: Jeová Jesus da Cruz (22 anos), pescador de Nova Viçosa, que foi ouvido pela polícia de Alcobaça, mas logo depois teve de ser transferido para Teixeira de Freitas diante do perigo de ser linchado pela população revoltada.

Não se sabe ao certo se foi realmente um crime e, se foi, qual teria sido a razão do crime, mas há suspeitas de que o pescador Jeová tenha envolvimento com o tráfico de drogas. Segundo uma irmã de Rogervana, Jeová tinha envolvimento afetivo com a menor Caroline, aluna da 8a. série do Centro Educacional de Alcobaça. Caroline teria terminado um relacionamento com Jeová recentemente. Talvez tenha sido esse motivo do crime.

O caso foi notícia em todo o Estado da Bahia e até em veículos nacionais, nesta segunda-feira. Uma tragédia chocante que, se foi criminosa, será com certeza um dos crimes mais hediondos cometidos em Alcobaça. E, se realmente forem confirmadas as ligações com o tráfico de drogas, serve de alerta para a sociedade. O caso está sendo investigado por peritos da polícia.

Leia também:
O linchamento ocorrido em Alcobaça há 20 anos

Destaques para o livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça" na mídia

Fabio Data: 20.9.10

Uma semana depois do lançamento, o livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça tem sido noticiado em diversos veículos da imprensa, além de figurar em diversas redes sociais pela internet afora (Youtube, orkut, Twitter etc.). Abaixo uma pequena lista dos veículos on-line que deram destaque à obra pioneira sobre o clã dos Muniz:


E você, já comprou o seu exemplar? Se não, aqui estão os links para comprar:

Fantástico pôr-do-sol em Caravelas-Bahia

Fabio Data: 17.9.10

Parece pintura, mas é pura realidade. E os caravelenses podem se sentir orgulhosos de ter acesso a uma maravilha como esta:


Fantástico pôr-do-sol em Caravelas. Foto: Marcus Vianna. Clique na imagem para ampliar.

Outras fotos e artigos sobre Caravelas: clique aqui.

Antes e depois: praia da Barra de Alcobaça em imagens de satélite

Fabio Data: 16.9.10

Há três anos, durante um temporal, a praia da Barra em Alcobaça foi dividida ao meio, mudando radicalmente a paisagem do local (clique aqui para ver vídeos do local antes e depois). Agora é possível ver também imagens de satélite da Barra antes e depois do temporal que a dividiu em duas. É que o Google Earth atualizou seu banco de imagens de satélite e agora permite ver imagens de 2010 e compará-las com imagens de 2008 e 2005. Veja abaixo uma animação feita com o Google Earth, mostrando a praia da Barra antes e depois de o mar abrir caminho. Note que se formou uma ilha no local. Note também que o avanço da água do mar para dentro do rio Itanhém.


A Barra de Alcobaça antes e depois. Foto: Google Earth. Clique na imagem para ampliar

E veja abaixo outra imagem mais próxima:


A Barra de Alcobaça antes e depois. Foto: Google Earth. Clique na imagem para ampliar

Veja aqui algumas fotos do local feitas recentemente:


Barra de Alcobaça. Foto: Milton Brigolini Neme. Clique na imagem para ampliar.


Barra de Alcobaça. Foto: Alberto Alves. Clique na imagem para ampliar.


Barra de Alcobaça. Foto: andarilho. Clique na imagem para ampliar.

Primeiro exemplar impresso do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça"

Fabio Data: 14.9.10

Ontem foi publicado o livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça, que faz um registro da história de 220 anos e 9 gerações de um dos clãs mais antigos e tradicionais do extremo sul da Bahia. Veja abaixo algumas fotos do primeiro exemplar impresso, fabricado nos Estados Unidos.


Primeiro exemplar impresso do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça".
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A capa é brilhante (diferente da versão brasileira) e destaca uma uma ótima foto das famílias Muniz de Almeida e Medeiros Muniz reunidas para um piquenique por volta de 1910. A foto é de uma descendente dessas famílias que mora no Rio de Janeiro.


Primeiro exemplar impresso do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça".
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Os Muniz são um clã imenso composto por muitas famílias aparentadas. Algumas dessas famílias aparecem no livro na forma de álbuns de família. Essas são as melhores fotos antigas de Muniz que eu encontrei pesquisando nos últimos 10 anos. Todas foram digitalizadas e/ou doadas por membros das famílias que, como eu, quiseram ver a memória dos Muniz registrada de forma pioneira. As imagens mostradas na foto acima retratam as famílias Jeronymo Muniz, do Rio de Janeiro, e Muniz de Almeida, de Caravelas e Vitória-ES.


Primeiro exemplar impresso do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça".
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O livro também tem uma seção com crônicas familiares. Uma delas é sobre o amor de um soldado mineiro por uma bela jovem do clã dos Muniz na Alcobaça dos anos 40, em plena II Guerra Mundial. Esse texto é uma adaptação de um relato do próprio soldado, que infelizmente morreu há quatro anos, com idade de 86 anos, antes de ver o livro publicado.


Primeiro exemplar impresso do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça".
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Alcobaça e Caravelas são consideradas sedes do clã dos Muniz porque os membros antigos do clã nasceram nessas duas cidades vizinhas. Muitas vezes, uma mesma família tinha filhos que nasciam ora em Alcobaça, ora em Caravelas. O patriarca do clã casou-se em Caravelas, tinha comércio em Caravelas, mas sua fazenda, mencionada no famoso livro de 1820 do príncipe e naturalista alemão Maximiliano de Wied-Neuwied, era em Alcobaça.


Primeiro exemplar impresso do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça".
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Se você se interessou pelo livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça", visite esta página, que contém tudo que você precisa saber sobre o livro - inclusive onde comprá-lo.

Os Muniz de Caravelas e Alcobaça: 220 anos de história que agora viraram livro!

Fabio Data: 13.9.10

Lançamento da 2ª edição em FEVEREIRO DE 2012:

O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia - 2ª edição

Aguarde!
Está à venda o livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça. Trata-se de uma obra de 288 páginas que resgata e documenta a história de mais de 220 anos e 9 gerações de um dos mais antigos e tradicionais clãs de fazendeiros e políticos do extremo sul da Bahia. É a terceira obra de uma série que é fruto de uma pesquisa histórica e genealógica realizada ao longo dos últimos 10 anos, com base em registros históricos de três séculos e muitas entrevistas. O livro pode ser adquirido em qualquer lugar do mundo, mas somente pela internet, em um site do Brasil (com entrega nacional) e um site dos Estados Unidos (com entrega mundial).
Nesta página estão reunidas todas as informações sobre o livro:


Ficha técnica


Título: O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça
Autor: Fabio M. Said
Editora: edição do autor
Edição: 1a. (2010), brochura, 14,8x21cm, 288 páginas
ISBN: 978-85-910098-3-1
Sinopse: O português João Muniz Cordeiro, patriarca do “clã” dos Muniz de Caravelas e Alcobaça, veio da Ilha de São Miguel, Açores, para o extremo sul da Bahia na década de 1780. Seus descendentes, que no séc. XIX se dividiram em grandes ramos (Muniz de Almeida, Gitahy, Graúna e Muniz de Oliveira), floresceram como donos de engenhos como Serraria, Olaria, Taquari, Palhar, São Gonçalo, Alquidares, Santa Luzia, Estiva, Corcovado e Jerusalém Celeste. Com intricadas ligações matrimoniais internas (casamentos entre primos) e externas (com outros antigos clãs da região), os Muniz garantiram lugar na tradição local. Pertenceram ao clã diversos prefeitos do extremo sul baiano, entre eles José André da Cruz (Caravelas, 1948), Jayme Jeronymo de Oliveira (Prado, 1951) e Manoel Euclides de Medeiros (Alcobaça, 1957). Este livro, fruto de 10 anos de pesquisas, contém mais de 2 mil minibiografias de 9 gerações do clã, além de álbuns de família, árvores genealógicas e documentos. Com rigor documental e entretenimento, esta obra interessa não só a membros do clã, como também a estudiosos de genealogia e história e a qualquer pessoa em busca de uma suculenta saga familiar

Como adquirir o livro?


O livro pode ser adquirido somente através da internet. Trata-se de um método de publicação impressa "sob demanda", no qual os exemplares só são impressos depois de encomendados. Portanto, não há estoques, nem esquema de distribuição em livrarias físicas (somente em algumas livrarias da internet).

Para comprar o livro, há duas opções:

Diferenças entre a versão brasileira e a versão americana


Há algumas diferenças entre as versões impressas pela gráfica brasileira e pela gráfica americana:

Site brasileiro: Site americano:
"Orelhas" impedindo que a capa se encurve com o uso: orelha da capa com descrição do livro, orelha da quarta capa com biografia do autor Sem "orelhas", podendo fazer com que a capa do livro se encurve com o tempo de manuseio
Capa: papel com laminação fosca e gramatura 300g/m² Capa: papel com laminação brilhante e gramatura 270g/m²
Quarta capa: não inclui foto do autor, mas apenas um breve resumo do livro Quarta capa: inclui foto e biografia do autor e breve resumo do livro
Miolo: papel branco, com gramatura de 75g/m² Miolo: papel branco, gramatura de 90g/m²
Frete: para todo o Brasil, pelo sistema eSedex ou Pac (opção automática conforme o local de entrega) - ATENÇÃO: quem mora em São Paulo ou Salvador tem a opção de retirar o livro direto na gráfica sem pagar o frete Frete: para todo o mundo, com 3 opções livres (a melhor opção é a com entrega garantida)
Preço: livro DIGITAL R$ 20,00; livro IMPRESSO R$ 47,00 + frete (para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte: cerca de R$ 7; Brasília: cerca de R$ 11; Salvador: cerca de R$ 12; Alcobaça/Caravelas: cerca de R$ 14) - ATENÇÃO: quem mora em São Paulo ou Salvador tem a opção de retirar o livro direto na gráfica sem pagar o frete Preço: livro IMPRESSO US$ 18.00 + frete (dos Estados Unidos para qualquer lugar do mundo, com valores dependendo de diversos fatores; para o Brasil, o frete de 1 exemplar custa a partir de 12 dólares)
Forma de pagamento: cartão de crédito ou boleto bancário Forma de pagamento: cartão de crédito internacional ou PayPal
Clique aqui para comprar no site brasileiro Clique aqui para comprar no site americano

IMPORTANTE:
1) As informações sobre preços e frete foram obtidas na data de hoje nos dois sites que vendem o livro e podem mudar sem aviso prévio. Em caso de duplicidade, valem as informações publicadas pelos próprios sites na data da compra.
2) Os preços variam de acordo com o site/gráfica por causa dos custos de produção e impostos de cada país onde o livro é impresso.
3) Para quem vai encomendar o livro no site brasileiro, é bom saber que o preço do frete cai consideravelmente se forem encomendados vários exemplares no mesmo pedido. Assim, é bom fazer o pedido junto com outras pessoas e/ou pedir mais de um exemplar para tirar proveito do desconto no frete.

É bom ter em mente que em publicações "sob demanda" todo livro precisa de cerca de 3 dias úteis até ficar pronto para ser enviado pelos correios. O prazo de entrega é contado a partir do momento em que o livro fica pronto e não a partir do momento em que é feito o pedido. Além disso, como em toda compra on-line, o pedido só é confirmado após a confirmação do pagamento.


Este livro é sobre a "origem do sobrenome Muniz"?


Não. Em primeiro lugar, o livro não tenta ir muito longe na pesquisa histórica porque todo pesquisador sério sabe que quando mais amplo o escopo de pesquisa maior a margem de erro - principalmente em pesquisas de genealogia, que costumam ser baseadas em documentos e não em lendas antigas. E em segundo lugar, o livro é a história de apenas um ramo dos Muniz entre os muitos que existem na Bahia e pelo Brasil afora. Muniz é um sobrenome muito comum e muitas vezes não há como comprovar se duas famílias Muniz são parentes ou não. No caso do livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça todas as informações são documentadas e rigorosamente verificadas e comparadas, visando apenas a registrar quem foram foram os descendentes do primeiro casal de Muniz que surgiu em Caravelas/Alcobaça. Assim, não interessam outras famílias Muniz não aparentadas - não por desprezo, mas por uma simples questão de definição de escopo de pesquisa e sobretudo por uma questão de seriedade da pesquisa, que não trata de lendas ou historinhas antigas, mas sim de história documentada.

É possível ler uma amostra grátis do livro?


Para ajudar na decisão de comprar o livro, você pode ler esta amostra grátis (clique no meio da imagem abaixo para ampliar):


Apresentação com um resumo do livro


Veja abaixo uma apresentação que explica a proposta e um resumo geral do livro:

Lista de membros do clã Almeida


Veja abaixo uma lista de membros do clã Muniz. A lista, obviamente, não está completa, pois é impossível mapear todos os indivíduos que nasceram no clã nos últimos 300 anos. (Se você é Muniz e achar o nome de parentes na lista mas não achar o seu, entre em contato por e-mail para incluir seus dados na próxima edição do livro.)

Links para comprar o livro


Para comprar o livro, há duas opções:

Boa leitura!

Vídeos do carnaval 2010 em Alcobaça

Fabio Data: 11.9.10

O carnaval 2010 parece muito longe no tempo e já é quase hora de fazer aquecimento para o carnaval 2011. Mas ainda dá tempo de rever imagens de um dos melhores carnavais que Alcobaça já teve nos últimos anos. Veja essas imagens nos vídeos abaixo, encontrados no YouTube:




Tem fotos antigas de Alcobaça? Mande pra cá e ganhe um exemplar do livro "História de Alcobaça-Bahia"

Fabio Data: 9.9.10

Em novembro será lançado o livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958), que contará de forma pioneira, sistemática e documentada a parte principal dos 237 anos de história de Alcobaça. Para ilustrar o livro estou procurando mais fotos antigas - casarões, pessoas, paisagens - que tenham qualidade suficiente para serem publicadas.

Você tem fotos antigas de Alcobaça?
Em caso positivo e se você quiser compartilhar essas fotos com o resto do mundo, mande-as para mim por e-mail e se as fotos forem selecionadas para publicar no livro você ganhará um exemplar do livro e, claro, a menção do seu nome como proprietário(a) das fotos.

Aqui está meu e-mail:



Mas atenção: só vale mandar fotos antigas de 1958 para trás. Você pode mandar fotos dos anos 80, 70 e 60, mas essas fotos não serão publicadas no livro e, portanto, você não estará qualificado(a) para receber um exemplar do livro. E se não souber a data exata da foto, mande assim mesmo que eu posso descobrir a data.

Participe! Vamos fazer juntos esse registro da história de Alcobaça!

Apresentação em PowerPoint sobre a história do clã Muniz

Fabio Data: 8.9.10

Como preparação para o lançamento do livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça, fiz uma apresentação em PowerPoint que explica em linhas gerais o conteúdo do livro e a própria história do clã Muniz. Na apresentação abaixo, é explicada a definição de "clã", as grandes divisões do clã Muniz, os nomes mais comuns entre os Muniz e algumas famílias que fazem parte do clã. Para visualizar a apresentação em formato grande, clique no link "Menu" localizado na parte de baixo da imagem e depois em "View Fullscreen".


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Atualização em 13/09/2010:
O livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicado! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito:


Leia trecho do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça"

Fabio Data: 7.9.10

Fazendo o aquecimento para o lançamento do livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça, na semana que vem, hoje trago para vocês uma pequena amostra grátis do conteúdo do livro. A amostra contém o sumário, o prefácio, parte da introdução, o índice remissivo e as orelhas do livro. Veja aqui (clique no centro da imagem abaixo para visualização em formato grande):



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Atualização em 13/09/2010:
O livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicado! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito:


Ficha técnica do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça"

Fabio Data: 6.9.10

Semana que vem, no dia 13/09, será lançado o livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça. Enquanto ele não sai, publico aqui a ficha técnica do livro, com os dados principais da obra:

Título: O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça

Autor: Fabio M. Said

Editora: edição do autor

Edição: 1a (2010), brochura, 14,8x21cm, 288 páginas

ISBN: 978-85-910098-3-1

Sinopse: O português João Muniz Cordeiro, patriarca do “clã” dos Muniz de Caravelas e Alcobaça, veio da Ilha de São Miguel, Açores, para o extremo sul da Bahia na década de 1780. Seus descendentes, que no séc. XIX se dividiram em grandes ramos (Muniz de Almeida, Gitahy, Graúna e Muniz de Oliveira), floresceram como donos de engenhos como Serraria, Olaria, Taquari, Palhar, São Gonçalo, Alquidares, Santa Luzia, Estiva, Corcovado e Jerusalém Celeste. Com intricadas ligações matrimoniais internas (casamentos entre primos) e externas (com outros antigos clãs da região), os Muniz garantiram lugar na tradição local. Pertenceram ao clã diversos prefeitos do extremo sul baiano, entre eles José André da Cruz (Caravelas, 1948), Jayme Jeronymo de Oliveira (Prado, 1951) e Manoel Euclides de Medeiros (Alcobaça, 1957). Este livro, fruto de 10 anos de pesquisas, contém mais de 2 mil minibiografias de 9 gerações do clã, além de álbuns de família, árvores genealógicas e documentos. Com rigor documental e entretenimento, esta obra interessa não só a membros do clã, como também a estudiosos de genealogia e história e a qualquer pessoa em busca de uma suculenta saga familiar.

Ficou curioso com o livro? Então aguarde o lançamento, que será anunciado aqui mesmo no blog.

Se você é Muniz, a boa notícia é que todos os Muniz que se inscreverem na comunidade do clã no orkut receberão um exemplar digital do livro gratuitamente! Clique aqui para visitar a comunidade (só para quem é membro do clã Muniz).


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Atualização em 13/09/2010:
O livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicado! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito:


Um "causo" verídico na Caravelas de 1858: noivo casou forçado, casamento foi anulado pela Igreja

Fabio Data: 3.9.10

O ano de 1858 parece muito distante no tempo e ninguém que viveu aquela época está vivo para contar histórias. Por isso, é muito interessante encontrar registros por escrito de fatos e curiosidades que aconteceram naquela época. Ao preparar o registro da história do clã dos Muniz de Caravelas e Alcobaça (lançamento depois do feriado de 7 de setembro!), me deparei com o relato de um casamento inusitado descrito com riqueza de detalhes pelo padre de Caravelas:

Aos sete dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e cinquenta e oito, nesta Freguesia de Santo Antônio da cidade de Caravelas, sendo eu chamado por José Muniz Cordeiro Gitahy para casar uma sua filha em sua casa, dali fui levado para casa do Dr. José Cândido de Freitas Albuquerque [noivo], onde presente se achava a filha do dito José Muniz, Dona Ernestina Elvira da Silva Muniz. Perguntando eu ao dito Doutor se casava por seu gosto, respondeu que o fazia coato [à força]; então, ponderei-lhe que, nesse caso, eu não faria esse sacramento, e, querendo retirar-me, ele mandou que me sentasse por um pouco; e, ouvindo a petição que nessa ocasião fizeram os parentes e mais circunstantes que presentes se achavam, deliberou finalmente a casar-se, e então chamou-me por três vezes para o receber em casamento, o que fizeram a esse tempo por livre vontade e sem constrangimento, escolhendo ele por padrinho a Fortunato Pereira de Oliveira e ela, o capitão Licínio da Silva Guimarães Lessa. E logo lhe dei as bênçãos etc.

[assinado:] O Vigário Norberto da Costa e Souza.

[anotado à margem:] Declaro que foi julgado nulo este casamento por sentença da Relação Eclesiástica da Bahia. Caravelas, seis de junho de mil oitocentos e sessenta e três.
[assinado:] Padre Costa.

O que o documento não revela, porém, é: o que o noivo teria feito à noiva a ponto de ser forçado a casar? Mistério...

Esta e outras histórias estão no livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça, cujo lançamento será anunciado aqui em breve. Fique de olho!


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Atualização em 13/09/2010:
O livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicado! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito:


Todo alcobacense quer conhecer a "outra" Alcobaça!

Fabio Data: 2.9.10


Um alcobacense em Alcobaça de Portugal. Foto: Carlos dos Santos.
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Todo alcobacense em visita à Europa costuma ter uma prioridade máxima: visitar a Alcobaça portuguesa, que, para nós, é a "outra Alcobaça". É como se fosse uma peregrinação. É aquela vontade de ver como é a nossa cidade-irmã (ou cidade geminada, no linguajar oficial), como vivem os alcobacenses do outro lado do Atlântico. E também, claro, é uma vontade de matar um pouco a saudade da terrinha brasileira, porque só de estar em uma cidade chamada Alcobaça já se tem a sensação de estar mais perto da Alcobaça brasileira.

Pois bem, desta vez quem nos manda fotos da Alcobaça portuguesa é o nosso querido amigo Carlos Roberto dos Santos (Carlos Roca, Carroberto), o alcobacense-canadense que já contribuiu tanto com o Diário de Alcobaça-Bahia com ótimos textos sobre educação. Carlos esteve dias atrás em Alcobaça de Portugal e nos mandou algumas impressões da viagem. Vejam abaixo o relato de viagem e as fotos:

"Brasileiros procuram qualquer motivo para fazer festa"

Desde meus dias na função de coroinha na paróquia de Alcobaça-Bahia, sonhava com a possibilidade de conhecer a Terras Santas e a cidade, casa, e outros lugares onde viveu São Bernardo, nosso padroeiro.

No dia 9 de agosto parti em minha primeira viagem à Espanha e Portugal tendo como objetivo principal conhecer a cidade de Alcobaça e seu mosteiro.

No dia 19 de agosto, vi o primeiro anúncio na estrada indicando que nos estávamos a alguns quilômetros de Alcobaça.


Um alcobacense em Alcobaça de Portugal. Foto: Carlos dos Santos.
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No fim da tarde daquele mesmo dia, cheguei no centro de Alcobaça, na praça principal em frente ao mosteiro e fiquei impressionado pela arquitetura exterior. Fui informado que suas portas estariam fechadas até o dia seguinte. Aproveitei a ocasião para tomar algumas fotos e jantar em um dos restaurantes em volta da praça. Apresentei-me como alcobacense brasileiro à procura dos caminhos de São Bernardo. Logo fiquei sabendo que São Bernardo é conhecido localmente por frei Bernardo. Entrei numa loja de artigos religiosos a procura de uma imagem de São Bernardo igual à nossa da Bahia e lá só encontrei uma pequena imagem de porcelana do frei Bernardo feita por um artesão muito conhecido localmente.


Um alcobacense em Alcobaça de Portugal. Foto: Carlos dos Santos.
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No dia seguinte, voltei um pouco mais informado sobre o mosteiro pois já havia visitado um dos três mosteiros fundados na mesma época naquela região. Ao chegar em Alcobaça, logo notei que nada de especial estaria acontecendo naquele mosteiro no dia de São Bernardo. A cidade organizava, dia 20, 21, 22 de agosto, como todos os anos, a Feira de Alcobaça, a dois quilômetros da igreja.

Naquela manhã, fiquei sabendo que o Mosteiro de Santa Maria, mais conhecido como Mosteiro de Alcobaça, resultou de uma maneira encontrada pelo Rei D. Afonso Henriques de agradecer à Virgem Maria por lhe haver ajudado a conquistar a Vila de Santarém, no ano de 1153, até então pertencente aos mouros. Também foi uma maneira encontrada pelo primeiro Rei de Portugal de assegurar seu reinado, ganhando a proteção e bênção papal.

Além dos motivos políticos e religiosos, doando as terras a uma Ordem religiosa como os Cistercienses, garantia o desenvolvimento da atividade agrícola e pecuária e da criação de um novo povoado cristão.

D. Bernardo de Claraval ou de La Fontaine era primo de D. Afonso e Abade da Ordem que tinha uma boa reputação nas atividades acima mencionadas. Nada melhor para o rei que passar aquele pedaço de terra para seu primo D. Bernardo. D. Bernardo veio até o local onde hoje se encontra o mosteiro para receber os documentos e logo voltou para França, onde viveu até 1153, ano que foi fundado o mosteiro.

A simplicidade no interior do mosteiro reflete a palavras de São Bernardo: “Ó vaidade das vaidades, quanto mais loucura e vaidade nas igrejas cintilam por todo o lado, mais os pobres têm fome!”


Um alcobacense em Alcobaça de Portugal. Foto: Carlos dos Santos.
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Com toda a sua simplicidade o mosteiro é reconhecido como Patrimônio Mundial da humanidade tombado pela UNESCO. Dentro de uma de seus claustros se encontram os túmulos de D. Pedro I e de D. Inês de Castro. Segundo os historiadores, D. Pedro era casado mas tinha uma grande afeição por D. Inês. Com a morte prematura de sua esposa, D. Pedro revelou seu amor em público por D. Inês. Na ausência de D. Pedro, seu pai condenou D. Inês e a sacrificou. Na volta de D. Pedro, ao saber a notícia, ficou irado, desenterrou sua amada, vestiu-lhe como rainha e obrigou todos seus súditos a beijar-lhe a mão. [A morte de D. Inês deu origem à expressão "Agora é tarde, Inês é morta", muito comum no Brasil]

Hoje, os túmulos de D. Pedro e D. Inês se encontram em posição que lhes permitir que, ao serem despertados no dia do juízo, se vejam e se abracem.

Ao visitar a Feira de Alcobaça no final da trade do dia 20, falei com alguns portugueses sobre meu São Bernardo e minha Alcobaça brasileira e a festa que lá se fazia em honra de São Bernardo. Diante de tais declarações, alguns deles responderam: ”Vocês brasileiros procuram qualquer motivo para fazer festa”. E com razão.

Links:
Quer ver fotos que outro alcobacense fez em Alcobaça de Portugal? Clique aqui.
Quer ver um vídeo que mostra imagens de uma viagem via satélite de Alcobaça de Portugal a Alcobaça do Brasil? Clique aqui.
Quer ver tudo que já foi publicado aqui no blog sobre a Alcobaça portuguesa? Clique aqui.

Atualização:
Veja também o vídeo que Carlos Roberto fez na praça do mosteiro de Santa Maria de Alcobaça:


Campanha para a restauração da Igreja Matriz de São Bernardo em Alcobaça - faça sua doação

Fabio Data: 1.9.10


Campanha de doações para a restauração da Igreja Matriz de São Bernardo.
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A Paróquia de São Bernardo, em Alcobaça, está organizando uma campanha de doações para a restauração da Igreja Matriz. A imponente igreja, que começou a ser construída na década de 1860 pelo padre José Porphirio e foi concluída em fins da década de 1880, ficou várias décadas sem conservação, como mostra esta imagem da década de 1940, mas em 1958 houve uma grande reforma, promovida pela primeira dama, Eugênia Viana Rodrigues. Outra reforma foi na década de 1990. Agora a igreja precisa novamente de sua ajuda. Veja na imagem abaixo como ajudar:


Campanha de doações para a restauração da Igreja Matriz de São Bernardo.
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