• Coleção Antigos Clãs de Alcobaça

    COLEÇÃO ANTIGOS CLÃS DE ALCOBAÇA

    Registro pioneiro da história de famílias que ajudaram a construir o Extremo Sul da Bahia, em 4 volumes: Medeiros, Almeida, Muniz e Trancoso. Lançamento em fevereiro de 2012!

  • Livro sobre a história de Alcobaça

    A HISTÓRIA DE ALCOBAÇA EM LIVRO PIONEIRO

    Em dezembro de 2010, Alcobaça ganhou um livro que registra pela primeira vez de forma sistemática os fatos e personagens mais importantes de sua história antiga. Clique na imagem para saber mais...

Resumo da história do clã Muniz de Caravelas e Alcobaça

Fabio Data: 18.5.10


Família Medeiros Muniz, na Fazenda Serraria, em Alcobaça (década de 1910). Foto: Sylvia Lavrador

Os primeiros indivíduos com sobrenome Muniz em Caravelas aparecem a partir de meados da década de 1780 e, em Alcobaça, duas décadas mais tarde. Nos documentos produzidos nessas duas cidades nessa época foram encontrados alguns indivíduos de mesmo sobrenome sobre os quais não se pode dizer se pertenciam ou não ao grande clã dos Muniz. Esse clã foi fundado pelo português João Muniz Cordeiro, natural da Freguesia de São Sebastião, Ilha de São Miguel, Arquipélago dos Açores. João Muniz nasceu por volta de 1762 e era filho de André Rodrigues Cordeiro (sobrenome cuja grafia antiga era Cordeyro) e de Maria Jacinta da Ressurreição. Transferiu-se na década de 1780 para Caravelas, onde casou-se, no dia 5 de novembro de 1788, com a moça caravelense Anna Maria dos Reis, filha de Francisco de Almeida e de Maria Lucianna.

Um aspecto interessante nos primórdios do clã Muniz é que os filhos do patriarca passaram a usar, depois de adultos, sobrenomes de origem indígena além do sobrenome Muniz: Graúna, Gitahy, Airy e Tatagiba.

Em 1816, o naturalista alemão Maximiliano de Wied-Neuwied visitou uma das fazendas do patriarca João Muniz Cordeiro e o descreveu como um cidadão muito respeitado pelos conterrâneos. Naquela época de desbravamento e naquela sociedade incipiente, "respeito" significava temor e admiração por grandes feitos, como o "amansamento de gentios" (civilização de índios) que viviam naquelas terras.

Na época da visita do Príncipe Maximiliano o casal já tinha fazendas em Alcobaça, mas só se transferiu definitivamente para Alcobaça a partir da década de 1830. Em Caravelas, os Muniz fizeram alianças matrimoniais com outras famílias locais, inicialmente com os Tourinho e depois com clã Almeida e em Alcobaça, com os Medeiros.

João Muniz Cordeiro faleceu em Caravelas em 3 de abril de 1819 e foi sepultado na Igreja Matriz de Caravelas em hábito preto franciscano. Sua mulher, que tinha o apelido familiar de "Anica", viveu até idade avançada e aparece em registros documentais datados de até o final da década de 1850.

Da união de João Muniz Cordeiro e Anna Maria dos Reis resultaram pelo menos 12 filhos, listados a seguir (não necessariamente nesta ordem de nascimento):

1. João Muniz Cordeiro Jr.
2. Maria Madalena do Espírito Santo
3. José Muniz Cordeiro Gitahy
4. André Muniz Cordeiro Graúna
5. Theodora
6. Manuel Muniz Cordeiro Airy
7. Francisco Muniz Cordeiro Airy
9. Antônio Muniz Cordeiro
9. José Felinto da Rocha Gitahy
10. Joaquim
11. Maria
12. Theodora Muniz Cordeiro



Árvore genealógica: patriarcas do clã Muniz e primeira geração do clã nascida no Brasil
Clique na imagem para ampliá-la


A seguir, algumas informações sobre a primeira geração dos Muniz no Brasil. Antes, porém, veja este vídeo que resume a história de 220 anos e 9 gerações dos Muniz desde 1788:



Primeira Geração


1 - João Muniz Cordeiro Jr.


Nasceu em Caravelas. Em 13 de novembro de 1814 casou-se em Caravelas com Catarina Álvares Tourinho, filha do capitão-mor Francisco Álvares Tourinho e Leonor Gonçalves da Silva, falecida em 19 de janeiro de 182 Desta união nasceram os filhos Leonor Muniz Álvares Tourinho, Ana e João. Após o falecimento de sua primeira esposa, João casou-se, em 29 de julho de 1822, com Romana da Silva de Jesus, filha de João Ferreira Martins Júnior e Romana da Silva de Jesus. João e Romana foram pais de João Muniz Cordeiro Tatagiba, bacharel em Direito formado pela Faculdade de Direito de São Paulo. João Muniz Cordeiro Jr. faleceu em Caravelas entre 1824 e 1830.

2 - Maria Madalena do Espírito Santo


Nasceu em Caravelas por volta de 1790. Foi casada com José Gonçalves da Rocha, de cujo matrimônio nasceram as filhas Constantina da Paz e Umbelina Maria do Espírito Santo. Maria Madalena já era falecida em 1857.

3 - José Muniz Cordeiro Gitahy


Nasceu em Caravelas, onde casou-se em 21 de dezembro de 1830 com sua cunhada Romana da Silva de Jesus. Em 1828 José era juiz de paz em Alcobaça. Mais tarde é citado como capitão. De seu casamento com Romana nasceram os filhos José; Tranquilina; Dr. Ernesto Muniz Cordeiro Gitahy; Josefina; Andrelina; Américo; Ernestina; Blandina e Emília (gêmeas); Romana e Arlinda. Boa parte dos descendentes deste casal viveram no Rio de Janeiro e tiveram sobrenomes como Gitahy e Alencastro.

4 - André Muniz Cordeiro Grauna


Nasceu em Caravelas, onde casou-se, em 15 de janeiro de 1826, com Maria de Nazaré Monteiro, filha de Manoel Luiz do Livramento e Bernardina Micaela do Valle. Em 1831 André era presidente da Câmara em Alcobaça. O casal teve os filhos André, Anna Maria, Rodolfo, Anfrísio, Frondélio, Bernardina, Frondelino, Maria Dercília, Pompeu, Andrelino e Cícero. Deste casal surgiu mais tarde a família Oliveira Gouvêa de Alcobaça.

5 - Theodora


Nasceu em Caravelas em 1805 e faleceu na mesma cidade em 2 de março de 1812.

6 - Manoel Muniz Cordeiro Airy


Nasceu em Caravelas em 1808 e foi batizado em 7 de setembro do mesmo ano. Em Caravelas foi juiz ordinário e de órfãos, além de presidente da Câmara. Foi proprietário das fazendas Olaria e Taquari, entre muitas outras. Casou-se em Caravelas em 8 de janeiro de 1828 com Francisca Álvares de Almeida, filha do capitão-mor José Inácio de Almeida e Francisca Álvares Tourinho. Desta união nasceram os filhos Manoel, Maria, José, Salustino, Joaquim, Francisca, Alcino, Antônia, Leonor e Ana. Manoel e Francisca são fundadores de um dos dois ramos da família Muniz de Almeida em Caravelas. Este casal também deu origem a várias famílias antigas de Alcobaça, como os Medeiros Muniz e os Muniz de Oliveira (e suas famílias derivadas: Teixeira de Oliveira, Oliveira Carrera, Cruz Gaspari etc.).

7 - Francisco Muniz Cordeiro Airy


Era conhecido como "Velho Chico". Nasceu em 1808 em Caravelas, onde era poeta e morava no sítio Passagem. De sua união com Thereza Joaquina de Jesus, filha de Fidélis José do Bomfim e Clara Maria de Jesus, teve vários filhos ilegítimos que o pai sempre registrava como seus. Depois de 9 filhos, resolveu casar-se com Thereza, em 29 de abril de 1838. Seus filhos foram: Hermernegilda Cirila, Silvio, Antonio, Francisco, Firmino, Elisiário, Clementina, Ireno, Florentina, Deolinda Clara, Florentina Thereza, Eulália Clara, Leovigildo e João Francisco. Francico Muniz Cordeiro Airy faleceu em Caravelas em 8 de abril de 1874.

8 - Antonio Muniz Cordeiro


Nasceu em Caravelas em 1810. Viveu com Sebastiana da Conceição Teixeira, de cuja união nasceram os filhos ilegítimos André; Armindo; Manoel; Benta e Luiza (gêmeas); Maria; João; Mathildes; Antonio e Maria.

9 - José Felinto da Rocha Gitahy


Era casado com Francisca Maria, com quem teve os filhos José e Pedro, que em 1857 residiam em Nazaré das Farinhas, Bahia.

10 - Joaquim


Gêmeo de Maria (11), nascido em Caravelas, onde faleceu em tenra idade em 11 de fevereiro de 1814.

11 - Maria


Gêmea de Joaquim (10). Faleceu em tenra idade em 20 de fevereiro de 1814.

12 - Theodora Muniz Cordeiro


Nasceu em Caravelas em 4 de abril de 1815. Casou-se em Alcobaça em 3 de novembro de 1830 com o alferes Hermenegildo Neves de Almeida, natural de Salvador, filho do Capitão-mor Caetano Vicente de Almeida e Maria Joaquina do Sacramento. Theodora faleceu em Alcobaça em 3 de dezembro de 1897. De seu casamento com Hermenegildo nasceram os filhos Ludgera, Hermenegildo, Dorsolino, Theodora, Emílio (primeiro), Leonor, Emílio (segundo), Guilhermina, Augusto e Carolina. Theodora e Hermenegildo são fundadores de um dos dois ramos da família Muniz de Almeida em Caravelas.


Uma lista preliminar dos membros do clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicada aqui no blog, mas está sujeira a alterações até a publicação do livro em setembro. Para ver essa lista, clique aqui.

Entre as famílias que pertencem ao clã Muniz estão várias famílias tradicionais do extremo sul da Bahia, com os sobrenomes Muniz de Almeida, Muniz Cordeiro, Teixeira, Carrera, Jeronymo, Guerra, Said etc.

De Caravelas e Alcobaça, o clã Muniz se espalhou para vários estados brasileiros, principalmente Rio de Janeiro (capital e Niterói) e Minas Gerais.

Para saber mais sobre o lançamento do livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça", acompanhe o blog e fique de olho. O lançamento será anunciado aqui.

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Atualização em 13/09/2010:
O livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicado! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito:

Livro sobre os Medeiros de Alcobaça entre os best-sellers do Clube de Autores

Fabio Data: 17.5.10



Há seis meses foi lançado o livro "O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia", obra pioneira de 396 páginas sobre a história de um dos clãs mais antigos e tradicionais do extremo sul da Bahia. Poucos meses depois do lançamento, o livro ganhou a distinção de ser o nono livro mais vendido entre os quase 3 mil títulos à venda no site Clube de Autores, único site que está vendendo o livro no Brasil. Hoje, seis meses depois do lançamento, o livro continua nessa posição, indicando que é um verdadeiro best-seller.

Para quem anda não conhece o livro, saiba que ele está disponível para compra em livrarias on-line do Brasil, Estados Unidos e Portugal. O site americano distribui o livro para todo o mundo, de modo que ele fica acessível em praticamente todos os cantos do planeta.

Veja abaixo imagens de um exemplar impresso pelo Clube de Autores:



E aqui estão alguns links com mais informações sobre o livro:
Clique aqui para ver uma apresentação com um resumo do livro
Clique aqui para saber onde e como comprar o livro
Clique aqui para ver uma lista de membros do clã Medeiros
Clique aqui para ver quais famílias pertencem ao clã Medeiros
Clique aqui para ver uma amostra grátis com 22 páginas do livro
Clique aqui para ver um vídeo sobre o clã Medeiros

Para comprar o livro, há três possibilidades:
Comprar o livro no Brasil (entrega em todo o Brasil)
Comprar nos Estados Unidos (entrega também na Europa!)

25 anos de emancipação política de Teixeira de Freitas

Fabio Data: 7.5.10

No próximo domingo, Teixeira de Freitas comemorará 25 anos de emancipação política. No dia 9 de maio de 1985, entrou em vigor a lei estadual nº 4452, que retirou terras dos municípios de Alcobaça e Caravelas para criar o município de Teixeira de Freitas. Hoje, Teixeira (ou "Texas City", como é popularmente chamada) é a cidade mais importante da região extremo sul da Bahia, um verdadeiro centro industrial, comercial e agropecuário, com população estimada em cerca de 125 mil habitantes, cem mil a mais que Alcobaça. Veja aqui a história dos desmembramentos do município de Alcobaça.

Para comemorar a data, foi planejada uma grande festa de três dias. Veja abaixo a programação da festa da emancipação de Teixeira de Freitas:


Sexta-feira, 07/05/2010



Horário

Trio

Atração


21h às 23h

Me Leva


Arrocha Brasil

22h às 00h30


PR

O Atropelo

00h às 03h

Macaco Prego

Guig Gueto

00hàs 03h


Me Leva

André Muzza

01h às 03h

PR


Top 90

Sábado, 08/05/2010

Horário

Trio


Atração

21h às 23h


Me Leva

Chicletada

22h30 às 01h

PR

Kuarto de Empregada

00h às 03h


Macaco Prego

Black Stylle

01h às 03h40

Me Leva

Chocolate e Banda

01h30 às 03h45


PR

Jarley e Swing Porradão

Domingo, 09/05/2010


Horário

Trio

Atração


20h às 22h30

Me Leva


U Vulto

21h às 23h30


PR

Pega e Fica

23h às 01h30

Me Leva

Carro de Play Boy

23h às 02h


Macaco Prego

Batida Baiana

00h às 02h

PR

Fantasia do Samba

Atualização em 29/12/2010:
A história de Alcobaça, o município que deu origem a Teixeira de Freitas, está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:


Vem aí: livro sobre o clã Muniz de Caravelas e Alcobaça

Fabio Data: 5.5.10

Atenção para quem tem interesse pela história de famílias antigas do extremo sul da Bahia: vem aí o livro "O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça", terceiro da série dos "antigos clãs" de Alcobaça. Nos últimos seis meses já foram lançados "O clã Medeiros de Alcobaça-Bahia" e "O clã Almeida de Caravelas e Alcobaça". Agora, o clã Muniz, que assim como os Medeiros está na região há mais de 220 anos e também tem origem no Arquipélago dos Açores (Portugal), também terá um registro pioneiro de sua história. A previsão de lançamento da obra é em setembro de 2010.

Portanto, quem for do clã Muniz e desejar enviar informações e fotos antigas para constar no livro se apresse porque o prazo máximo para recebimento de dados é 30 de junho de 2010. (Qualquer dúvida, entrem em contato comigo clicando aqui.)

Para ver uma lista preliminar de membros do clã Muniz, clique aqui.

Em breve publicarei um histórico resumido do clã Muniz.

Para ver tudo que já foi publicado aqui sobre os Muniz, siga este link.

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Atualização em 13/09/2010:
O livro O clã Muniz de Caravelas e Alcobaça já foi publicado! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito:

Uma visita a Schönstatt, sede do movimento internacional de Schönstatt

Fabio Data: 2.5.10

Em Alcobaça, existe há vários anos um grupo seguidor do Movimento Schönstatt, um movimento mundial de renovação de cunho mariano dentro da Igreja Católica. Os seguidores fazem orações a Nossa Senhora de Schönstatt e centram-se na figura inspiradora do padre alemão Josef Kentenich (1885-1968), que está em processo de ser beatificado pelo Vaticano. Sabendo da existência desse movimento em Alcobaça, resolvi visitar a cidade que deu origem a esse movimento: Schönstatt, na Alemanha. Veja abaixo as fotos e o relato.


Entrada do santuário onde está localizada a Capela da Misericórdia (clique na imagem para ampliar)

Schönsttat está localizada próximo a Koblenz, uma cidade importante à beira do rio Reno, e uma região de grande influência católica da Alemanha. Schönstatt é, na verdade, um vilarejo, um distrito do município de Vallendar, que tem uma vegetação exuberante, por estar à beira da floresta Westerwald. Os registros mais antigos sobre o vilarejo datam do século XII, quando o local era mencionado como "eyne schöne stat", grafia alemã antiga para "eine schöne Stadt", ou seja: "uma cidade bonita". Daí o nome Schönstatt.

Por toda parte encontram-se capelinhas com uma arquitetura estranha, parecendo que foram cortadas ao meio. Todas foram copiadas da capela original, que é chamada "Capela da Misericórdia". Na Alemanha existem 56 capelas desse tipo e na América do Sul existem 73.


Capela da Misericórdia, em Schönstatt (clique na imagem para ampliar)


Capela da Misericórdia, em Schönstatt (clique na imagem para ampliar)

Dentro da capela encontra-se uma imagem de Nossa Senhora. Não é uma escultura, mas um quadro pintado, localizado sobre um altar. O local é exclusivo para orações e não é permitido fotografar. Aqui está uma reprodução da imagem:


Imagem de Nossa Senhora de Schönsttat na Capela da Misericórdia (clique na imagem para ampliar)

No lado de fora da capela está uma placa que marca que marca a história e a importância da capela. Construída como capela de cemitério do convento das irmãs augustinianas, no século XIII, em devoção ao Arcanjo Miquel, a capela foi destruída durante a Guerra dos 30 Anos, em 1636, e reconstruída em 1681 com os fundamentos antigos. A partir de 1803, esteve sob a posse dos príncipes de Nassau, uma antiga família nobre alemã. Desde 1901, a capela é propriedade dos Padres Palotinos, que são proprietários de quase tudo no local. Em 1914 tornou-se santuário mariano e desde 1947 é reconhecida pela Igreja como local de peregrinação com o título de "Mãe Três Vezes Admirável". Aqui está a placa


Placa na Capela de Misericórdia (clique na imagem para ampliar)


Placa na Capela de Misericórdia (clique na imagem para ampliar)

No outro lado do local onde está situada a capela, está o monte Schönstatt. Nele foi erguida uma igreja de veneração a Maria, com o estilo arquitetônico de uma fortificação medieval. A igreja abriga os restos mortais do padre palotino Josef Kentenich, figura mística adorada pelos seguidores do Movimento de Schönsttat, que ele próprio fundou. Por conta de seu engajamento no Movimento de Schönstatt, o padre foi punido pela Igreja Católica, mas no fim da vida retornou ao local, onde pôde celebrar sua primeira missa na Igreja de Veneração recém-construída, em 15 de setembro de 1968, celebrando o Dia de Nossa Senhora das Dores. A primeira missa foi também a última, pois o padre morreu logo depois da missa, com 82 anos de idade. Não é possível fazer fotos no local, mas fiz fotos do exterior da igreja:


Igreja de Veneração, no Monte Schönstatt (clique na imagem para ampliar)


Escultura em tamanho real do padre Josef Kentenich, fundador do Movimento de Schönstatt, ao lado da Igreja de Adoração (clique na imagem para ampliar)


Entrada da Igreja de Veneração. A capela com os restos mortais do padre josef Kentenich fica logo atrás do chafariz. (clique na imagem para ampliar)

Em Schönsttat, tudo gira em torno do Movimento de Schönstatt e do santuário da capela. Muitos peregrinos visitam o local anualmente.


Centro de informações de Schönsttat (clique na imagem para ampliar)

De Schönstatt, o movimento ganhou o mundo, e hoje há mais capelas de Schönstatt na América do Sul do que na própria Alemanha. Em Alcobaça, não há capela de Schönstatt, mas a imagem de Nossa Senhora de Schönstatt renova há vários anos a fé católica de um grupo de senhoras engajadas.