• Coleção Antigos Clãs de Alcobaça

    COLEÇÃO ANTIGOS CLÃS DE ALCOBAÇA

    Registro pioneiro da história de famílias que ajudaram a construir o Extremo Sul da Bahia, em 4 volumes: Medeiros, Almeida, Muniz e Trancoso. Lançamento em fevereiro de 2012!

  • Livro sobre a história de Alcobaça

    A HISTÓRIA DE ALCOBAÇA EM LIVRO PIONEIRO

    Em dezembro de 2010, Alcobaça ganhou um livro que registra pela primeira vez de forma sistemática os fatos e personagens mais importantes de sua história antiga. Clique na imagem para saber mais...

Fim do dia na barra do rio Itanhém

Fabio Data: 30.4.09

Alcobaça, Bahia
Fim do dia na barra do rio Itanhém
Foto: Álvaro Braga (clique na imagem para ampliar)


Dica: Para encontrar fotos, vídeos e informações sobre a Barra de Alcobaça, use as caixas de pesquisa espalhadas pelo blog!


Atualização em 29/12/2010:
A importância do rio Itanhém para Alcobaça é um dos elementos centrais do livro recém-lançado História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Jaca e aipim na feira de Alcobaça

Fabio Data: 29.4.09

Alcobaça, Bahia
Jaca e aipim (mandioca) na feira livre de Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)


Veja mais fotos da feira de Alcobaça aqui e um vídeo da feira aqui.

Paralelepípedos de Alcobaça

Fabio Data: 28.4.09

Alcobaça, Bahia
Calçamento em paralelepípedos na Rua São Bernardo, em Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)

Antonio Felipe: histórias de um alcobacense apaixonado pelo Flamengo

Fabio Data: 27.4.09

Diretamente do Canadá, chega uma bela homenagem de um alcobacense a outro alcobacense. O autor da homenagem é Carlos Roberto dos Santos. E o homenageado é Antonio Felipe (Antonio Felipe dos Santos Reis), filho de Felipe Elias dos Santos, dono da antiga Padaria São Bernardo (que funcionava na Rua Senador Melgaço quase em frente à antiga cadeia) e de Ercilia Bomfim Reis.


Quando criança, Antonio era doido por abobora cozida ao ponto de bater com a cabeça na parede e repetir quantas vezes fosse necessário: “Mamãe, abóbora!”


Quando jovem, no fundo do quintal de sua casa construiu uma pequena cidade usando para iluminação à noite; velas pequenas feitas do restos das velas da igreja onde ele era coroinha do Frei Olavo.


Começou sua vida aprendendo a ser funileiro com Seu Wilson e chegou até a montar sua própria funilaria onde fazia: ralo para ralar coco, lâmpadas à base de querosene. Numa cidade onde quase toda comida tem leite de coco e que Bianor apagava as luz fornecida pelo gerador da prefeitura da cidade às 10 da noite para acender no outro dia ao sol se por, o ralo e o famoso candeeiro faziam parte das necessidades básicas da cidade. Principalmente daqueles que viviam sem eletricidade.


Mais tarde, Antonio partiu para negócio e ali na rua principal dando de frente ao escritório de Seu Lourival ele abriu um mercado de secos e molhados.


Foi fundador do primeiro time oficial de futebol em Alcobaça, o Flamengo. Até hoje ele guarda com muito carinho uma foto desbotada da equipe. Entre os jogadores se encontram: Jongapa, Afadou, Corró, etc.


Com muito sacrifício próprio, pois era filho de família pobre, comprou um arrastão e era justo e querido por todos os marujos que com ele trabalhava. Um dos seus melhores companheiros de luta se chamava Secreto, que hoje mora em Belo Horizonte aposentado da Brahma. Sem esquecer também um dos seus melhores amigos de infância por nome Godão, que até hoje com ele joga bisca.


Do arrastão ele partiu para a pesca do camarão e um pouco antes de aposentar-se tinha três barcos de pesca e um frigorífico próprio.


Em várias ocasiões fui único ou em associação festeiro do grande dia de São Bernardo. Sua paixão pela família, por Alcobaça, pelos amigos e pelo Flamengo e por fogos de artifícios marcam sua vida até hoje. Antonio, sempre optimista, amigo, sorridente, gozador, amado de ricos e pobres em Alcobaça.


Carlos Roberto dos Santos

E aqui Carlos mostra uma das canções que Antonio Felipe inventou e canta, "principalmente quando toma uma e outra":


Tanto peixe não posso pegar.
Tanta galinha sem querer chocar
A marujada sem querer redar
Só quer redar na preamar
Comedor de estiar
E o camarão estacar
E o sol não secar
E sal não vai dar
Que canta seus mares espanta
Quem chora sem mares implora
Eu canto para esquecer a saudade
De João Que Chora



Clique aqui para ler outros causos alcobacenses.

O casarão da família Santanna

Fabio Data: 26.4.09

Alcobaça, Bahia

Situada na Rua Ruy Barbosa 8, em frente ao rio Itanhém, esta casa domina a área com seu porte avantajado. Assim como outras casas e sobrados alcobacenses, possui telhado em duas águas, mas aqui o declive do telhado é mais avantajado e iluminado, podendo servir como residência, enquanto o térreo servia como casa comercial.

Alcobaça, Bahia

O edifício foi construído provavelmente no terceiro quartel do século XIX por um português que o venderia mais tarde a Vicente Ignacio Santana. Em 1906, após a morte de Vicente, o imóvel passou para suas filhas, Herondina e Heráclia.

A primeira herdeira, Herondina Santanna, casada em 8/6/1901 com Alfredo Soares dos Passos (1877-1961), teve muitos filhos, dos quais apenas três sobreviveram. Em 1961, após a morte de Alfredo Soares, o imóvel passa a ser administrado pelo filho do casal, Almir Santana Soares, casado com Maria de Lourdes de Almeida, que pertencia ao clã dos Almeida de Caravelas.

A segunda herdeira, Heráclia Santanna (1888?-1968), casou-se em 1910 com Philogonio Tavares (1884-1964) (foto ao lado), com o qual teve pelo menos sete filhos, dos quais cinco sobreviveram.

Segundo informações de descendentes de Vicente Ignacio Santanna, a partilha do imóvel nunca foi regularizada.

Durante o final dos 1970 e início dos anos 1980, a casa foi utilizada como escola de alfabetização (Escolinha Reino da Alegria), mantida pela professora Lindaura ("tia Lili").

Para ver um vídeo onde aparece esse casarão e outras casas da Rua Ruy Barbosa, em Alcobaça, clique aqui.

Atualização em 29/12/2010:
A história de casarões e sobrados antigos de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Boa viagem! Volte sempre!

Fabio Data: 25.4.09

Quando o turista/visitante deixa Alcobaça, é sempre um aperto do coração e uma saudade da praia, das pessoas simpáticas, da boa comida. E a última coisa de Alcobaça que o turista vê é a baleia do portão de entrada da cidade, que diz: "Boa viagem! Volte Sempre!" A baleia, que também é destaque do cabeçalho do blog, já foi mostrada com detalhes aqui. Abaixo, veja uma foto da baleia vista sob a perspectiva de quem sai e não por quem entra:


Baleia da entrada de Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)


Saindo de Alcobaça, o visitante se vê diante do trevo rodoviário, que o pessoal de Alcobaça chama de "entroncamento". Veja a foto de satélite do local. Aí ele tem opção de ir para Caravelas, Teixeira de Freitas ou Prado, como indicam as placas da foto abaixo:


Burburinho do centro comercial de Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)

O burburinho do centro de Alcobaça

Fabio Data: 24.4.09

Milton Brigolini Neme, professor da Escola de Minas da Universidade Federal de Ouro Preto, é leitor do blog e apaixonado por Alcobaça, que ele frequenta desde 1990. Já foram publicadas aqui no blog várias ótimas fotos do Milton. Abaixo, está mais uma, que mostra um pouco do "burburinho", da movimentação do centro comercial de Alcobaça, na altura onde a Avenida Sete de Setembro deságua na Praça da Caixa D'Água:


Burburinho do centro comercial de Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)

O interesse das pessoas por Alcobaça: altos e baixos

Fabio Data: 23.4.09

Desde que este blog foi criado, tenho observado de perto o número de visitantes que chegam aqui. São quase dois anos de atividade, tempo suficiente para tirar algumas conclusões. A principal dessas conclusões é que o interesse por Alcobaça (refletido no aumento do número de visitantes do blog) aumenta na alta temporada ou em época de grandes eventos (eleições, acidentes e outras notícias que têm espaço na mídia) e é bastante baixo no resto do ano. Observe o gráficos:

Em julho de 2008, o ritmo de visitantes estava normal, mas bastou chegar o mês de agosto, mês da festa de São Bernardo, para a movimentação aumentar (mas não muito, porque a festa de São Bernardo é uma festa religiosa, sem grande interesse geral):


Estatística de visitas do Diário de Alcobaça-Bahia em julho-agosto/2008
(clique para ampliar)


Depois da festa de São Bernardo, a movimentação voltou ao normal em setembro, mas em outubro, com as eleições, o salto foi extremo. Em um único dia, o blog recebeu quase 2 mil visitantes:


Estatística de visitas do Diário de Alcobaça-Bahia em setembro-outubro/2008
(clique para ampliar)


Nos meses seguintes, beneficiado com a indefinição dos resultados da eleição em Alcobaça e com a chegada do verão, o blog conseguiu aumentar a média de visitas diárias, inclusive com recorde de visitas, mas em fevereiro, por conta do carnaval, a movimentação acelerou:


Estatística de visitas do Diário de Alcobaça-Bahia em janeiro-fevereiro/2009
(clique para ampliar)


Depois do carnaval, em março, houve a volta às aulas e ao marasmo da vida cotidiana, e o blog assume um ritmo meio fraco:


Estatística de visitas do Diário de Alcobaça-Bahia em março/2009
(clique para ampliar)


Comparando esses gráficos com o interesse que a própria cidade de Alcobaça recebe durante o ano, principalmente no turismo, vê-se que o blog reflete esse interesse: quando chega a alta temporada e há um grande evento em Alcobaça, o interesse aumenta e o blog recebe mais visitas; na baixa temporada e quando não há nada acontecendo em Alcobaça com grande atratividade geral, o interesse diminui e o blog fica em níveis normais de visitas (150-300 visitantes diários).

Mas é preciso ressaltar que Alcobaça não vive só de turismo, carnaval e festas. A cidade tem uma história interessante, um rico patrimônio cultural (aliás, não tombado, nem protegido), gente simpática, um linguajar especial, várias tradições, uma culinária deliciosa e uma localização privilegiada. Tudo isso — o cotidiano de Alcobaça — está aqui no blog Diário de Alcobaça-Bahia. Aproveite!

Cobertura da sessão da Câmara Municipal de Alcobaça do dia 20 de abril

Fabio Data: 22.4.09

No último dia 20 de abril foi realizada uma sessão da Câmara Municipal de Alcobaça — a primeira em horário noturno, para que a população pudesse comparecer com críticas e sugestões (apesar disso, a participação foi pequena, com somente 20 pessoas na plateia, que certamente preferiram ver a novela das 8 a participar da vida política do município). O portal Prado Notícias fez a cobertura do evento, com várias fotos. Veja alguns trechos:

Dada a palavra à Vereadora Eliane Anne, a mesma lamentou a participação pequena da população na última reunião com representantes da Coelba para tratar da falta de energia que deixou o município por mais de 56 horas sem energia elétrica. Falando sobre os inúmeros problemas que o município enfrenta, a vereadora fez duras críticas ao atual governo. (...)

O Vereador Antônio Rainier usou suas palavras para se queixar dos baixos salários dos servidores públicos e fez um breve relado dos salários comparando-os com aumentos de anos anteriores. (...)

O vereador Bernado Costa do Espirito Santo defendeu a conclusão das obras da APAE e a construção de uma praça em frente ao terminal rodoviário. (...)

E por encerrar, o Vereador Zenildo Ramos apresentou o projeto de Lei nº. 05/2009 que trata das questões envolvendo a suspensão do fornecimento de água e energia elétrica. No projeto de autoria do também vereador Antônio Rainier, as concessionárias ficam impedidas de suspender o fornecimento caso o proprietário não se encontre no imóvel. No caso de seria deixado um comunicado informando que o retorno à casa seria realizado novamente no prazo de 24 horas. (...)

Para ler a cobertura feita pelo portal Prado Notícias, clique aqui.


Atualização em 29/12/2010:
A história política de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Recife de Areias

Fabio Data: 21.4.09

O Recife de Areias é uma das atrações turístias de Alcobaça e um dos três grupos de recifes encontrados em alto-mar próximo à orla da cidade. Os outros são o Recife de Timbebas e o Recife das Lixas. O Recife de Areias situa-se a mais ou menos 1 hora e meia de Alcobaça (viagem de barco). Quando a maré está baixa é possível literalmente andar no mar, isto é, no banco de areia entre os corais.

Veja abaixo algumas fotos:


Barco ancorado no Recife de Areias
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)




Panorâmica do Recife de Areias
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)




Recife de Areias
Foto: Mel Costa (clique na imagem para ampliar)



Recife de Areias
Foto: Mel Costa (clique na imagem para ampliar)



Recife de Areias
Foto: Mel Costa (clique na imagem para ampliar)



Para ver mais imagens de um passeio ao Recife de Areia, clique aqui.

Criação de avestruz em Alcobaça

Fabio Data: 20.4.09

Alcobaça, Bahia
Criação de avestruz em Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)


Veja também uma matéria já publicada aqui sobre criação de búfalos em Alcobaça.

Alcobaça descrita em livro de 1802

Fabio Data: 19.4.09

O famoso historiador e professor régio de grego Luís dos Santos Vilhena, português residente em Salvador, incluiu Alcobaça em seus relatos no livro A Bahia no Século XVIII, datado de 1802. O relato, apesar de curto, é um bom indicativo de como era Alcobaça mais de 200 anos atrás. Assim é descrita Alcobaça em um trecho do livro de Vilhena:

"Na margem setentorial deste rio [rio Itanhém] está situada a vila de São Bernardo de Alcobaça, bem próxima à costa, em terreno que demonstra virá a ser comido pelo mar, e pelo mesmo rio. É esta vila povoada de índios, com a maior quantidade de brancos, e o seu governo é sem diferença como o da precedente vila [do Prado, distante uns 15km de Alcobaça]; tem duas companhias de ordenanças sujeitas ao mesmo capitão-mor de Caravelas. A sua igreja é de taipa, e da invocação de São Bernardo; da mesma forma são de taipa as Casas do Conselho, e Cadeia. É este rio manso, e de pouca correnteza mas navegável por sumacas, pois que tem 14 palmos d'água na sua maior altura; dá ele navegação a vasos grandes pela distância de 8 léguas, até onde se acham os últimos moradores; são as suas margens povoadas de roças de mandiocas, canas, e legumes, e junto a elas há grandes matas, em que com abundância se acha toda a qualidade de madeiras, à exceção do pau-brasil que até hoje se não tem descoberto por aquele sítio; das mencionadas 8 léguas para cima se pode ainda navegar por aquele rio em canoas, por viagem de 3 dias até a cachoeira chamada da Pedra, por uma que ali se acha, e segundo a pequena indagação que se tem feito, nasce este rio dos sertões de Minas. Subindo porém acima da primeira cachoeira se encontram mais seis; e por temor do gentio, poucos guerreiros, e fraqueza da expedição se não tem podido passar avante. Há nesse rio cristais, malacacheta, e probabilidade de haver nele pedras preciosas, e ouro."


Atualização em 23/12/2010:
Acaba de ser lançado o livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)!
Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

Mar de plástico

Fabio Data: 18.4.09

Alcobaça, Bahia
Barco no "mar de plástico" Alcobaça, sob o forte reflexo do sol
Foto: Marianne Azevedo (clique na imagem para ampliar)

"E depois bem sentados na areia"

Fabio Data: 17.4.09

Alcobaça, Bahia
Turistas sentados na areia da praia do Centro, em Alcobaça, testemunhando o que diz um verso do hino da cidade
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)

Mapa estatístico do município de Alcobaça

Fabio Data: 16.4.09

Veja aqui um mapa do município de Alcobaça mostrando, entre outros, os acidentes geográficos, distritos, fazendas e estradas do município. O mapa foi obtido junto ao IBGE e enviado ao Diário de Alcobaça-Bahia pelo leitor Jorge Luiz (obrigado, Jorge!).

Mas atenção: trata-se de um mapa elaborado para uso no Censo 2000, com base em diversos outros documentos cartográficos e por isso não tem a pretensão de ser exato no levantamento topográfico do município.


Mapa estatístico do município de Alcobaça
Imagem: IBGE (clique na imagem para ampliar)


Atualização em 29/12/2010:
Você se interessa pela história do extremo sul da Bahia? Acaba de ser lançado o livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)? Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

"De deitar na areia do chão"

Fabio Data: 15.4.09

Alcobaça, Bahia
Ondas fraquinhas do mar de Alcobaça, caindo e deitando na areia da praia, conforme diz o verso do hino municipal
Foto: Karl Macholl (clique na imagem para ampliar)

O mar dourado de Alcobaça

Fabio Data: 14.4.09

Alcobaça, Bahia
O mar dourado do amanhecer na praia de Alcobaça
Foto: Álvaro Braga (clique na imagem para ampliar)

"Brisa fresca a soprar norte a sul"

Fabio Data: 13.4.09

Alcobaça, Bahia
Coqueiros na orla de Alcobaça balançam com a brisa e ilustram um dos versos do hino da cidade
Foto: Edivaldo (Bida) (clique na imagem para ampliar)

Prefeito de Alcobaça acusado de envolvimento em esquema de obras superfaturadas em Eunápolis

Fabio Data: 12.4.09

A notícia vem correndo pela internet há algumas semanas. Agora, é destaque do Jornal A Tarde de ontem. Veja a notícia na íntegra:

Prefeitos de Eunápolis e Alcobaça são denunciados
Mário Bittencourt, da Sucursal Eunápolis

Embora se queixem da falta de recursos, os prefeitos da Bahia não conseguem se livrar das frequentes acusações de desvios do erário público. O Ministério Público Estadual denunciou mais dois gestores essa semana de irregularidades.

Os prefeitos de Eunápolis e Alcobaça (ambos no extremo sul da Bahia), respectivamente, José Robério Batista de Oliveira (PRTB) e Leonardo Coelho Brito (PMDB), estão sendo acusados pelo MPE de participar de um esquema de obras superfaturadas, não realizadas e dadas como feitas e outras que teriam sido executadas parcialmente. Eles negam as acusações.

Houve, conforme o Ministérios Público, obras realizadas pela Conder (Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia), órgão do governo estadual, e dadas como concluídas pela Prefeitura de Eunápolis, da qual a suposta armação teria desviado R$ 1.887.369.

Segundo o Ministério Público, construtoras e empresas de urbanização também participaram do esquema. As empresas citadas são a MSE Transporte e Urbanização Ltda, a Construtora Sumaré Ltda e a Plena Empreendimentos e Engenharia Ltda. A reportagem não conseguiu contato com a direção das empreiteiras acusadas.

A MSE, que está em nome de três sócios, tinha como representante legal Fabiana Moreira. Mas, segundo o Ministério Público, quem negociava com a Prefeitura de Eunápolis era o prefeito de Alcobaça, que também atuaria como procurador da MSE. Afirma a Promotoria que vários dos cheques assinados pelo prefeito de Alcobaça voltaram sem fundos, a exemplo das compras feitas com cheques assinados por Brito na Pai Mendonça, onde o prejuízo foi de R$ 95 mil.

Brechas - Os supostos fraudadores usaram os vários artifícios e brechas que a legislação tolera, repassando contratos e aumentando os valores através de aditivos. A MSE passou a prestar serviços à Prefeitura de Eunápolis em abril de 2005, quando assumiu 50% do contrato feito com a Sumaré, celebrado em 1995, no valor aproximado de R$ 8 milhões. Em 1998, a outra acusada a Plena, tinha assumido 50% do mesmo contrato da Sumaré com a prefeitura.

O contrato da Plena foi prolongado em maio de 2000, com o reconhecimento por parte da prefeitura de uma dívida de R$ 515 mil pelos serviços prestados. Em janeiro de 2005, o prefeito de Eunápolis firmou aditivo de revalidação de contrato com a mesma Plena, atualizando o valor do serviço de R$ 4.109.578,49 para R$ 5.319.907,68.

Aditamento – Em abril do mesmo ano, o prefeito firmou novo aditamento, agora com a empresa MSE, passando para ela os outros 50% do contrato que tinha com a Sumaré. Desta vez, os R$ 4.109.578,49 foram atualizados para R$ 7.137.462,24, segundo o MPE.

O promotor Dinalmari Mendonça Messias, que denunciou o suposto esquema, entrou com ação civil pública contra José Robério Batista Oliveira e Leonardo Coelho Brito na Vara da Fazenda Pública da Comarca de Eunápolis.

O ex-secretário de Obras e Infraestrutura de Eunápolis, Omar Reinner, a procuradora da MSE, Fabiana Moreira Souza, Alécio Vian, presidente da Comissão de Licitação Municipal de Eunápolis, e as empresas MSE, Plena e Sumaré completam a lista de acionados.

Atualização em 29/12/2010:
A história política de Alcobaça está no recém-lançado livro História de Alcobaça-Bahia (1772-1958)! Clique na imagem abaixo para saber mais a respeito do livro:

"Nela há calma, há esperança"

Fabio Data: 11.4.09

Alcobaça, Bahia
Canoa ancorada na praia de Alcobaça ao entardecer, mostrando a calmaria cantada em um dos versos do hino da cidade
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)

Distrito de São José visto da estrada Teixeira-Alcobaça

Fabio Data: 10.4.09

Veja abaixo algumas fotos do distrito de São José, na zona rural de Alcobaça:

Alcobaça, Bahia
Distrito de São José visto da estrada Teixeira de Freitas - Alcobaça
Foto: Fabiana Said (clique na imagem para ampliar)


Alcobaça, Bahia
Distrito de São José visto da estrada Teixeira de Freitas - Alcobaça
Foto: Fabiana Said (clique na imagem para ampliar)



Alcobaça, Bahia
Distrito de São José visto da estrada Teixeira de Freitas - Alcobaça
Foto: Fabiana Said (clique na imagem para ampliar)



Para ver uma foto de satélite do distrito de São José, clique aqui.

"Povo amável, gentil camarada"

Fabio Data: 9.4.09

Alcobaça, Bahia
Ceceza, dona do bar mais famoso de Alcobaça, personagem alcobacense que incorpora um dos versos do hino oficial de Alcobaça
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)


Atualização em 18/02/2010:
A personagem retratada acima, dona Ceceza, foi assunto também de um vídeo do YouTube. Assistam:

Congestionamento de barcos no porto de Alcobaça

Fabio Data: 8.4.09


"Congestionamento" de barcos no cais do porto em Alcobaça
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)

"Tudo é bom nesta terra de amor"

Fabio Data: 7.4.09


A alcobacense Doinha e seu neto, na mais pura demonstração de um dos versos do hino municipal de Alcobaça
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)

Alcobaça, Caravelas e Prado sem energia elétrica

Fabio Data: 6.4.09

Notícia publicada ontem à noite no Correio da Bahia:

Cem mil habitantes do sul do estado estão sem energia elétrica
Redação CORREIO

Três municípios do sul baiano estão com o fornecimento de energia elétrica interrompido desde o último sábado (04). A chuva que atingiu na sexta-feira (03) Alcobaça, Caravelas e Prado deixou os quase cem mil habitantes das três cidades na escuridão.

Muitos comerciantes já perderam mercadorias e os moradores também se queixam da falta de água e telefone devido à situação.

De acordo a Coelba (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia), a queda de eucaliptos sobre a rede elétrica durante as fortes chuvas e ventos registrados na sexta-feira fez com que o fornecimento fosse interrompido. Às 16h30 o fornecimento foi normalizado.

Já na madrugada de sábado (04), outros eucaliptos caíram sobre a rede, desta vez quebrando quatro estruturas de grande porte. Em virtude disso, a linha de transmissão de energia que atende os municípios, que segundo a empresa fica em local de difícil acesso (terreno alagadiço), foi rompida.

De acordo com a Coelba técnicos estão trabalhando na recuperação das estruturas e da linha de transmissão. Ainda segundo a empresa, como chuva continua na região e alguns caminhões e tratores ficaram atolados, há dificuldade no restabelecimento de energia.

Equipes de Itabuna e Vitória da Conquista também estão trabalhando no local, mas ainda não há prazo para que a energia seja recuperada.

Vendo o sol nascer na praia de Alcobaça

Fabio Data: 6.4.09


Nascer do sol na praia de Alcobaça
Foto: Igor Rios (clique na imagem para ampliar)

"Alcobaça abençoada, nossa mãe, nossa morada"

Fabio Data: 5.4.09


Barcos ancorados no cais do porto em Alcobaça, símbolos da atividade principal da economia do município (a pesca), com a Igreja Matriz de São Bernardo ao fundo: paisagem que é um verdadeiro retrato da alma de Alcobaça, segundo um verso do hino oficial da cidade
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)

Comércio de Alcobaça

Fabio Data: 4.4.09

Alcobaça, Bahia
Trecho da Avenida Sete de Setembro, em Alcobaça-Bahia, onde está concentrado o comércio da cidade (ao fundo, a caixa d'água)
Foto: Milton Brigolini Neme (clique na imagem para ampliar)

"Quedam as ondas em ânsia incontida"

Fabio Data: 3.4.09

Alcobaça, Bahia
Ondas do mar na Barra e Alcobaça, em viva demonstração do verso do hino municipal
Foto: Alberto Alves (clique na imagem para ampliar)

Seminário de Gestão Ambiental Compartilhada em Alcobaça nesta sexta-feira (03/04)

Fabio Data: 2.4.09

Recebi e divulgo esta nota sobre uma iniciativa ambiental em Alcobaça:

Grupo de Gestão Ambiental Compartilhada capacitará técnicos em Caetité e Alcobaça

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente da Bahia realiza na próxima sexta-feira (3) o Seminário Gestão Ambiental Compartilhada (GAC), nas cidades de Caetité e Alcobaça. Os eventos acontecem das 8:00 às 14:00 horas, nos dois municípios simultaneamente. O primeiro acontece no Auditório da Fundação Casa Anísio Teixeira, localizado na Praça Catedral, no Centro de Caetité. O segundo evento será no Auditório da Câmara Municipal de Alcobaça, que fica na rua Rui Barbosa.

O principal objetivo do seminário é apresentar o Programa Estadual de Gestão Ambiental Compartilhada, que atende uma diretriz do governo estadual de apoio à descentralização da gestão pública. O programa visa estruturar os Sistemas Municipais de Meio Ambiente.

Paralelamente aos seminários, o grupo que coordena o GAC estará nas cidades de Caetité e Alcobaça entre os dias 31 de março e dois de abril realizando a capacitação dos municípios que aderiram ao GAC, mas não participaram do Plano Nacional de Capacitação. Será feita a primeira etapa com a abordagem dos seguintes temas: Ecologia, Gestão Ambiental, Instrumentos de Gestão Ambiental, Legislação Ambiental, Instrumentos de Planejamento, Instrumentos de Controle e Comando, Políticas Públicas Ambientais.

Nos dias 28 a 30 de abril, os técnicos em meio ambiente participarão da segunda parte da capacitação, onde receberão informações sobre a Estrutura, Implementação e Resolução do Programa de Gestão Ambiental Compartilhada e a Proposta para implementação do Sistema Municipal de Meio Ambiente (SISMUMA).

GAC

O Programa de Gestão Ambiental Compartilhada do Governo da Bahia está completando um ano que foi lançado. Os seminários pretendem atingir os 26 Territórios de identidade. A meta do Plano Plurianual é chegar ao ano de 2010 com 100 municípios fazendo sua própria gestão ambiental.

Desta vez, os territórios Sertão Produtivo e Extremo Sul terão a oportunidade de debater o assunto. Nesta fase, estão envolvidos os seguintes municípios: Caetité, Brumado, Guanambi, Pindaí, Malhada, Caculé, Palmas do Monte Alto, Alcobaça, Belmonte, Ibirapuã, Itagimirim, Itapebi, Mucuri, Nova Viçosa e Santa Cruz de Cabrália.

As principais atividades do programa são: definição e descentralização do licenciamento das atividades de impacto local; capacitação e treinamento dos gestores e técnicos municipais de meio ambiente; apoio ao processo de organização das estruturas municipais de gestão ambiental; apoio a organização das alternativas de financiamento do Sistema Municipal de Meio Ambiente; descentralização dos Sistemas de informação ambiental do Estado.

"Nos aquece com o seu calor"

Fabio Data: 1.4.09

Alcobaça, Bahia
Pôr-do-sol no rio Itanhém, com o sol ilustrando um dos versos do hino oficial de Alcobaça
Foto: Henrique Silveira (clique na imagem para ampliar)